sexta-feira, 24 de maio de 2024

PARTIU ALEXANDRE AMORIM, PROTAGONISTA DO FILME “POR DETRÁS DA MOEDA”

 Alexandre Amorim, um dos mais antigos e carismáticos músicos de rua da cidade do Porto, faleceu na tarde de dia 22, quarta-feira, num banco de jardim da Praça da República.

Tendo sido protagonista da longa-metragem “Por Detrás da Moeda” de Luís Moya, Alex, como era conhecido, foi um dos fundadores dos “Pippermint Twist”, grupo que nos anos 80 partilhou o top de vendas com os “Xutos & Pontapés”.

O filme “Por Detrás da Moeda”, teve a sua estreia no FANTASPORTO 2020, a dias do país encerrar abruptamente. 

Exibido pela primeira vez com uma estrondosa salva de palmas no Rivoli, com o público todo de pé, o filme “Por Detrás da Moeda” de Luís Moya foi o primeiro filme português a ser distinguido com o Prémio do Público do Fantasporto. 

Este filme só viria a chegar às salas de cinema em 2022 com o abrandar das condições impostas pela pandemia.

Produzido pela Filmógrafo e Cine Clube de Avanca, foi igualmente premiado em festivais no Brasil, Botão, EUA, Índia, Itália, México, Reino Unido, para além de Portugal. “Por Detrás da Moeda” teve apoio à produção do ICA, Ministério da Cultura.

Acompanhado da sua guitarra, de voz rouca, Alexandre Amorim passa pelo filme e pela cidade como um vento de liberdade e paixão. O filme conta também com nomes como o cantor Nuno Norte e o baixista Miguel Cerqueira, fundador dos “Trabalhadores do Comércio”. Rodado na cidade do Porto, que se ergue como um grandioso cenário, esta longa metragem é um tributo à cidade do Porto a aos músicos das suas ruas.

Alex, tem no filme de Luís Moya, uma marcante e emotiva presença no ecrã. De sorriso rasgado, humilde, genuíno, cria uma forte relação com os espetadores, despertando empatia e emoção. 

A sinopse do filme anunciava a dureza da vida de músico de rua - “Das ruas para os palcos, da ribalta para as ruas. Almas que buscam alimento, corpos que procuram sustento, mas no final apenas a música sobrevive” ...A memória de Alex viverá sempre neste filme, onde ele continuará livremente a tocar, cantar e sorrir.

https://vimeo.com/695659959

segunda-feira, 6 de maio de 2024

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCREVER FILMES NO 28º FESTIVAL DE CINEMA AVANCA

Termina já no dia 18 de maio o prazo para a inscrição de filmes no 28º AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia.

Reunindo obras de cinema, audiovisuais e multimédia, este festival reúne anualmente em Avanca, no distrito de Aveiro, personalidades e participantes de mais de quarenta países de todos os continentes. Um espaço de encontro multicultural que este ano irá acontecer a partir do dia 19 de julho e que reunirá todas as competições entre os dias 24 e 28 seguintes.

Em competição vai estar uma seleção de entre os filmes inscritos, escolhidos por um júri de pré-seleção, constituída por obras de longa e curta metragem no espaço da ficção, animação, documentário e experimental.

O AVANCA é um festival que assume um olhar generalista e global para a mais recente produção mundial do cinema e dos audiovisuais, inédita em Portugal, atribuindo ainda um prémio para obras que no AVANCA façam a sua Estreia Mundial.

Um festival aberto às séries de televisão e com um espaço para os filmes de realidade virtual a 360º.

Atribuindo prémio a jovens realizadores com menos de 30 anos, o AVANCA é o único festival que igualmente premeia realizadores seniores, com mais de 60 anos.

Sendo um dos poucos festivais no mundo reconhecidos pela Federação Internacional de Cineclubes para a atribuição dos seus Prémios D. Quixote, o Avanca é igualmente um dos festivais onde a Academia Portuguesa de Cinema reconhece curtas metragens para a nomeação aos Prémios SOPHIA.

Paralelamente à competição internacional, o AVANCA é a janela prioritária para a exibição dos melhores filmes portugueses produzidos na região.

A inscrição de novos filmes pode ser feita no site do festival em: https://avanca.com/

O Festival AVANCA é uma organização do Cine Clube de Avanca com o Município de Estarreja, tendo o apoio do ICA / Ministério da Cultura, Instituto Português do Desporto e da Juventude, Turismo Centro, Junta de Freguesia e Paróquia de Avanca, Agrupamento de Escolas de Estarreja, para além de várias organizações internacionais e entidades locais.

segunda-feira, 15 de abril de 2024

RUI SIMÕES NO TEATRO AVEIRENSE PARA A ANTESTREIA DE “PRIMEIRA OBRA” NAS TERÇAS DE CINEMA

Rui Simões, que acaba de ser confirmado como o homenageado nos Prémios SOPHIA 2024 da Academia Portuguesa de Cinema, estará esta terça-feira 16 de abril, no Teatro Aveirense pelas 21h30, para apresentar em antestreia o seu novo filme “Primeira Obra”.

“Primeira Obra” é um filme de ficção, mas também é autobiográfico, tendo como ponto de partida um dos primeiros documentários de Rui Simões, “Bom Povo Português”, que em 1980 marcou o cinema português como uma das mais brilhantes e lúcidas abordagens ao Portugal da revolução de abril. 

No filme, há um jovem investigador lusodescendente, Michel, que chega a Portugal para pesquisar a revolução por cumprir. Traçando paralelismos com a contemporaneidade, mapeia as formas em que o filme BOM POVO PORTUGUÊS reflete o país inserido na Europa. Em conversa com Simão, histórico cineasta, Michel procura respostas para o seu filme. Ao conhecer Susy, ativista do ambiente, percebe que o amor é o caminho. Como sempre, a vida e o cinema misturam-se.

A partir de um argumento de Sabrina D. Marques de uma ideia de Rui Simões, o filme é protagonizado por Zé Bernardino, Ulé Baldé, António Fonseca, contando também com a participação de Joana Brandão, Maty Galey, Beatriz Gaspar, Jean-Marie Galey e Alice Barros Simões.

Com participação especial surgem igualmente Dalila Carmo, Manuel João Vieira, Miguel Seabra, Manuel Mozos, Adriana Queiroz, Isabel Ruth, Olga Roriz e Filipa Mayer.


Rui Simões deixou o país  em 1966, evitando o serviço militar e a mobilização para a guerra colonial, fixando-se em Paris e depois em Bruxelas. Nos anos 70 estudou realização de cinema e televisão do IAD (Institut des Arts de Diffusion em Bruxelas), regressando a Portugal depois da Revolução dos Cravos. Trabalhou com António da Cunha Telles, vindo mais tarde a fundar a RealFicção. Tendo ensinado no Núcleo de Cineastas Independentes, na Universidade Nova de Lisboa e na Universidade Independente, lecionou igualmente nos Estados Unidos, nas universidades de Harvard, Cornell e Berkeley. Autor de uma extensa filmografia militante e de intervenção social e política, os seus  documentários, nomeadamente “Deus, Pátria, Autoridade” (76), marcaram o cinema português sobre os tempos que justificaram abril.

Antecede o filme a curta-metragem TRINOU do jovem realizador tunisino Nejib Kthiri. Uma narrativa surpreendente que foi distinguida com Menção Especial Melhor Ator no Festival AVANCA 2023.

No ano de AVEIRO 2024 Capital Portuguesa da Cultura, as curtas metragens em exibição nas Terças de Cinema são obras que passaram por este festival de cinema que este ano comemora em julho a sua 28ª edição.

Esta sessão de cinema será igualmente exibida em antestreia na quinta-feira dia 18 pelas 21h30 no Cine Teatro de Estarreja na rubrica Quintas de Cinema.

Ambas as sessões são apoiadas pelo ICA do Ministério da Cultura e são uma organização conjunta envolvendo os teatros, os municípios e as associações Plano Obrigatório e Cine Clube de Avanca.

sexta-feira, 8 de março de 2024

PRIMEIRO FILME PRODUZIDO NO ÂMBITO DO AVEIRO 2024 ESTREIA TERÇA-FEIRA NO TEATRO AVEIRENSE

Rui Machado, da direção da CINEMATECA PORTUGUESA, apresentará na mesma noite filmes de Vasco Branco e António Campos 

O Teatro Aveirense, que foi também o local de parte das filmagens, exibe pelas 21h30 do próximo dia 12, a estreia do filme “Noites de Cinema” de Luís Diogo e dois clássicos do cinema português, igualmente rodados em Aveiro.

Inaugurando um Ciclo de Cinema que atravessa todos os trimestres do ano, a AVEIRO – Capital Portuguesa da Cultura 2024, estreia na próxima terça-feira o primeiro de 4 filmes que marcam a produção cinematográfica do evento. Serão curtas metragens dirigidas por cineastas portugueses e produzidas pela Plano Obrigatória, a associação que reúne os produtores de cinema da região e que habitualmente programa as terças-feiras de cinema do Teatro Aveirense.

Com a presença do realizador, atores e da equipa da Plano Obrigatório, o novo filme “Noites de Cinema” tem argumento de Danilo Nascimento, com base numa ideia original de Martina Madejova que, da Eslováquia, participa neste projeto.

Protagonizado por Susie Filipe e Ivo Prata, atores de Aveiro, conta ainda com Anabela Branco de Oliveira, também aveirense, numa participação especial. 

No filme, as noites de cinema do velho cineteatro juntam Jorge, Maria e um pedaço de bolo de chocolate. Tudo acontece por ali, na sala de cinema, onde se exibe cinema francês.

Com música de Fernando Augusto Rocha, imagem de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, montagem de Luís Diogo, o filme contou com uma equipa de produção afeta a vários organismos da cidade.

Iniciado num contexto de um projeto académico de Luís Alves e depois de Danilo Nascimento, num tempo de discussão da cidade pelos Amigos d’Avenida, o filme “Noites de Cinema” teve um percurso longo e uma concretização muito rápida, sobretudo pelo apoio fundamental das equipas do Teatro Aveirense e do IPDJ de Aveiro.

Completando a noite cinematográfica, “A Tremonha de Cristal” (1993) de António Campos e “Gente Trigueira” (1967) de Vasco Branco, foram as obras escolhidas para assinalar o foco em Cultura e Identidade que marcam os primeiros três meses do AVEIRO 2024.

Rui Machado, vice diretor da Cinemateca Portuguesa estará presente e fará a apresentação dos filmes e desta parceria que vai permitir trazer à cidade obras recentemente digitalizadas pela Cinemateca.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

JEANNE WALTZ NA ANTESTREIA DO FILME “O VENTO ASSOBIANDO NAS GRUAS” NO AVEIRO 2024 CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA

No Teatro Aveirense, na próxima terça-feira dia 27 de fevereiro, o filme O VENTO ASSOBIANDO NAS GRUAS vai ter uma exibição especial pelas 21h30, com a presença da realizadora Jeanne Waltz.

Antecedendo o momento do filme, a realizadora  Jeanne Waltz participará numa mesa redonda, também no Teatro Aveirense, pelas 18h15, moderada pela Profa. Doutora Eugénia Pereira, do Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro.

O filme é baseado no romance com que Lídia Jorge ganhou o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores em 2003.

O VENTO ASSOBIANDO NAS GRUAS é uma obra que acontece no Algarve, nos finais dos anos 90. Após a morte da avó, Milene – uma jovem forte e cheia de vida apesar de uma ligeira deficiência mental – divide a sua vida entre a sua família de notáveis e uma família cabo-verdiana, que vive numa antiga fábrica e que conheceu quando a sua avó morreu. O vento que assobia nos gruas mergulha-nos no mundo de duas famílias, tendo como pano de fundo o passado recente de Portugal. 

O VENTO ASSOBIANDO NAS GRUAS é um filme e um livro ancorados sobre dois mundos - um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África.

A atriz Rita Cabaço interpreta a figura de Milene Leandro, a rapariga singular, para quem tudo nasce pela primeira vez, e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos.

No filme, participam igualmente os atores Milton Lopes, Maria Fortes, Beatriz Batarda, João Lagarto, Carla Maciel, Cucha Carvalheiro e Ana Zanatti, entre outros.

Jeanne Waltz  nasceu em 1962 em Basileia, Suíça. Entre 1981-88 estudou japonês e dirigiu um cinema em Berlim. Desde 1989 vive e trabalha em Portugal, tendo realizado anteriormente Daqui p'ra alegria (2004) e Nada Meiga (2007). Como argumentista, escreveu obras cinematográficas de José Álvaro Morais, Joaquim Pinto, Manuel Mozos, Paulo Rocha e Solveig Nordlund.

A exibição do filme será precedida da projeção da curta-metragem de animação O ANTIQUÁRIO do decano do cinema de animação português Manuel Matos Barbosa. Este filme teve a sua estreia no Festival de Cinema de AVANCA.

O VENTO ASSOBIANDO NAS GRUAS é uma produção da CRIM com o apoio, entre outros, do ICA, Ministério da Cultura e Eurimages.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

ANTESTREIA DO FILME “FAMILLE FC” NO AVEIRO 2024 CAPITAL PORTUGUESA DA CULTURA

No Teatro Aveirense, na próxima terça-feira dia 20 de fevereiro, o filme FAMILLE FC vai ter uma exibição especial pelas 21h30, com a presença do realizador.

Dirigido pelo cineasta André Valentim Almeida, natural de Aveiro e professor na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, este seu filme é uma incrível viagem pelas equipas portuguesas de futebol implantadas à volta de Paris.

André fez esta viagem acompanhado pelo também cineasta José Vieira, que foi pioneiro no retrato da emigração portuguesa que fugiu "a salto" para França, nos anos 1960/70.

A França tem mais de 200 clubes de futebol de origem portuguesa nas suas ligas amadoras. FAMILLE FC é um Atlas feito a partir de vinhetas de alguns desses clubes que vai revelando gradativamente aspetos de suas origens; movimentos de subida e descida; a topografia onde se desenvolvem; alegrias e contratempos, amizades e rivalidades; a relação com o país que ficou para trás e com o país anfitrião; relações intergeracionais e o papel das mulheres; associações de trabalho e migrantes; e a inexplicável teimosia de ser português. Porque o futebol não é uma questão de vida ou morte: muito mais importante que isso.

Tendo estreado no DOCLISBOA e sido exibido no AVANCA, este documentário de 84 minutos revela personagens e situações, muitas vezes cómicas, onde o futebol é um fantástico ponto de encontro das comunidades portuguesas em França.

Premiado em Itália, Bulgária, Butão, Índia, Tailândia e Tanzânia, o documentário tem estado em exibição na seleção oficial de diversos festivais de cinema, especialmente em países da Europa e da Ásia. Entre as distinções recebidas, contam-se vários prémios para melhor documentário, mas também para melhor realizador e editor.

André Valentim Almeida estudou na Universidade de Aveiro onde também lecionou, assim como na Universidade do Porto.

André fez parte do primeiro programa de documentário colaborativo de um ano no UnionDocs (Brooklyn, EUA), onde se tornou Diretor do Estúdio Colaborativo por um ano. André tem dinamizado masterclasses e workshops de realização cinematográfica e documentário interativo, nomeadamente no Doclisboa, FIDBA e TEDx Aveiro. Foi membro da direção da APORDOC, Associação Portuguesa de Documentário.

O filme “A Campanha do Creoula” de 2013 foi distinguido com o Prémio do Doc Alliance que lhe foi entregue no decorrer do Festival de Cannes em 2014.

Os seus filmes têm sido sobretudo documentários de longa-metragem, como “Dia 32” (2017) e “De Nova York com Amor” (2012).

FAMILLE FC é uma produção da Filmógrafo e do Cine Clube de Avanca, com o apoio do ICA do Ministério da Cultura.

sábado, 13 de janeiro de 2024

FILME “JÁ NADA SEI” DE LUÍS DIOGO, DEPOIS DOS CINEMAS, EM EXIBIÇÃO NO TVCINE

O filme JÁ NADA SEI, de Luís Diogo, depois de percorrer as salas de cinema do país, entra no novo ano com exibição nos canais TVCine. A estreia irá acontecer na sexta-feira dia 2 de fevereiro pelas 21h45 no canal cabo TVCine Emotion, seguindo-se posteriormente a exibição noutros canais do grupo TVCine. O filme estará igualmente disponível no TVCine+, um serviço on-demand, que permite ver o filme quando e onde se quiser

No filme, Ricardo e Ana são namorados há 18 anos. Como exemplo de uma relação estável, são escolhidos para participar num documentário sobre o amor. Mas, para surpresa de todos, parece que cada um tem uma forma muito própria de avaliar o seu relacionamento.

Protagonizado por Duarte Miguel, Ana Aleixo Lopes e Susie Filipe, tem igualmente a participação, entre outros, de Eric da Silva e Rui Oliveira, atores habituais nos filmes de Luís Diogo.

Recentemente este filme foi distinguido em Milão, Itália nos Milan Gold Awards e nos Art Film Awards da Macedónia do Norte, numa organização de uma universidade local.

Anteriormente, JÁ NADA SEI tinha sido distinguido com 15 prémios, dos quais dois prémios como melhor filme do festival. Entre as várias distinções estão quatro prémios de Melhor Filme Estrangeiro em festivais norte americanos, além de prémios de Melhor Atriz, Melhor Ator, Melhor Realizador, Melhor Fotografia e Melhor Edição, em mais de 30 festivais. Os prémios vieram dos EUA, Rússia, Índia, Nigéria, Espanha, Singapura, para além da Macedónia do Norte e Itália

Oliveira de Azeméis, desde o Parque de La Salette ao centro da cidade, foi o principal local onde o filme foi rodado, contando ainda com imagens filmadas em Santo Tirso.

Esta é a terceira longa-metragem de Luís Diogo, depois de PECADO FATAL e UMA VIDA SUBLIME. Luís Diogo é também autor dos argumentos originais de A BOMBA, de Leonel Vieira, e GELO de Luís e Gonçalo Galvão Teles.

Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

Produzido em conjunto pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo, o filme contou com o apoio do Município de Oliveira de Azeméis, mas igualmente com os apoios do Município de Santo Tirso e do Avanca Film Fund.


Link do filme nos canais TVCine:

https://tvcine.pt/filmes-e-series/ja-nada-sei