sábado, 30 de março de 2019

JOAQUIM PAVÃO FILMA “SCULP”


Depois de "Antes que a noite venha - Falas de Antígona", que Joaquim Pavão filmou no AVANCA 2016, é tempo de novo projeto que desta vez se materializará na primeira longa metragem do realizador.

Num trabalho conjunto com a atriz e autora Isabel Fernandes Pinto, com um desenvolvimento gráfico do Arquiteto Gil Moreira, Joaquim Pavão ultima as filmagens de “SCULP” ("Escultura").

Rodado em Santo Tirso, envolvendo a coleção de esculturas espalhadas pela cidade e que constituem o Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC), este projeto está a ser filmado maioritariamente na Fábrica de Santo Thyrso e no Parque Urbano Sara Moreira.

Numa procura de intervenção e debate entre a arte, o urbanismo e a cidadania, o filme constrói-se entre esculturas que integram a coleção do museu e os corpos que o filme junta e faz intervir.

O novo filme de Joaquim Pavão "terá sete quadros que representam os sonhos, liberdades e pensamentos de uma personagem que habita um mundo onde todas as escolhas são facilitadas por algoritmos".

Sendo ele um exímio guitarrista e compositor da música de vários filmes do cinema português, nesta obra, Joaquim Pavão dá lugar ao compositor Óscar Flecha que é o autor da banda sonora do filme.
O realizador sublinha que "O filme começa na música. É a base. É ela que cria os espaços, o tamanho, a atmosfera", acrescentando que "todo o filme está sob o mundo sonoro de Óscar Flecha".

Com direção de fotografia de José Oliveira, direção de arte de Tucha Martins, o filme conta com atores e técnicos maioritariamente do norte.

Produzido pela Fugir do Medo, Filmógrafo e Cine Clube de Avanca, este filme, com fortes exigências ao nível dos chamados efeitos especiais, deverá estrear em 2020 seguindo o circuito internacional de festivais e estreando em diversas salas de cinema.

Joaquim Pavão, com a sua anterior curta-metragem "Antes que a noite venha - Falas de Antígona", foi distinguido com diversos prémios, nomeadamente no Red Carpet Film Awards (2 prémios), EUA), Falcon International Film Festival (Reino Unido), 3rd Edition of the European Cinematography AWARDS (Polónia), Prémio Direção fotografia Curta-metragem nos Prémios AIPCinema 2018, nomeado Melhor Curta Metragem de Ficção nos Prémios SOPHIA 2018, para além do Prémio Estreia Mundial no Festival AVANCA 2017.

Local de rodagem do novo filme, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea é composto por 55 esculturas dispersas por seis polos da cidade, que segundo o mesmo, partiu de uma ideia do escultor Alberto Carneiro (1937-2017), que em 1990 desafiou o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, a "ter um caso único em Portugal, com [obras dos] escultores mais importantes dos seus países e que integram a vanguarda da escultura contemporânea".

Em 21 de maio de 2016, o Museu Inaugurou o seu espaço, um projeto que juntou os dois arquitetos portugueses Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, ambos galardoados com o Prémio Pritzker. A construção da sede do Museu envolveu igualmente a requalificação do Museu Municipal Abade Pedrosa, que tem sede numa das alas do Mosteiro de São Bento.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

“MOONSHINERS” EM CONCERTO NO CINEMA DOLCE VITA EM OVAR Concerto conta com Susie Filipe, protagonista do filme “Uma Vida Sublime”

Assinalando os 34 prémios que o filme UMA VIDA SUBLIME recebeu em festivais internacionais de cinema durante o ano de 2018, o Cinema Dolce Vita de Ovar promove no seu espaço um concerto com a banda revelação do ano, os “Moonshiners”.

O concerto será já este sábado dia 16 de fevereiro e inicia-se ás 22h. Os bilhetes estão já à venda na bilheteira do Cinema Dolce Vita do Centro Comercial de mesmo nome em Ovar.

Susie Filipe, baterista e fundadora da banda, é também a protagonista do filme UMA VIDA SUBLIME que no decorrer de 2018 se veio a transformar no filme português mais premiado de sempre. Este filme teve estreia recente, tendo sido exibido, entre outras salas, no Cinema Dolce Vita.

Os “Moonshiners”, apresentaram recentemente o seu primeiro álbum “Prohibition Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.
Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro passado em Cáceres, Espanha.
Com dois EP lançados anteriormente, do segundo “Good News For Girls Who Have No Sex Appeal”, o single “Man On Wire” faz parte da banda sonora do filme dirigido por Luís Diogo e coproduzido pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo.

Os “Moonshiners”, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmônica) e Vítor Hugo (voz e guitarra), para além de Susie Filipe (bateria), surgiram em Aveiro, no início de 2012 e a sua música destaca-se pelas harmónicas estridentes e riffs explosivos.
Em Outubro de 2013, após uma longa digressão de norte a sul de Portugal, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP homónimo, composto por seis canções originais sobre whisky e cerveja, conversas entre Deus e o Diabo e réquiens de amor falhado.

Em 2017 actuaram no Eurosonic Noorderslag (Holanda), o maior festival profissional de música europeia, no Veszprémi Utcazene Fesztivál (Hungria) e fizeram uma tournée pelo norte de Espanha.
Já em 2018 tocaram no Festival Live At Heart na Suécia e os concertos sucederam-se por todo o país, para além de cidades como Cáceres e Barcelona na vizinha Espanha.

Entre frases que fazem história no percurso desta banda, fica: “No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada”.

Susie Filipe, que interpreta Andreia, a esposa da personagem central do filme, tem um percurso de atriz no teatro, que agora chega ao cinema. À sua surpreendente interpretação, que o realizador tem destacado nas suas intervenções aquando da exibição do filme, acresce esta singularidade de protagonizar o filme mais premiado de sempre do cinema português.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

O FILME MAIS PREMIADO DO CINEMA PORTUGUÊS ESTREIA NOS CINEMAS ESTA QUINTA FEIRA


O filme UMA VIDA SUBLIME, que Luís Diogo realizou e produziu conjuntamente com a Filmógrafo e o Cine Clube de Avanca, chega esta quinta feira ás salas de cinema.

Com estreia em cinemas de Lisboa (Cinema City), Porto (Parque Nascente), Paços de Ferreira (Plaza), Penafiel (Cinemax), Castelo Branco (Cinebox) e Ovar (Dolce Vita), o filme terá também sessões especiais no Teatro Aveirense (Aveiro), Cine Teatro de Estarreja, Espalhafitas (Abrantes) e no Teatro Ribeiragrandense nos Açores.

UMA VIDA SUBLIME é um inesperado “thriller” onde um médico, o Dr. Ivan, usa métodos extremos para conseguir que pessoas infelizes voltem a ter uma vida tão sublime quanto a sua.

O filme que em março último foi distinguido no Fantasporto 2018 com o Prémio de Melhor Ator, foi igualmente exibido no AVANCA em julho passado, tendo uma fulgurante passagem pelo circuito internacional de festivais de cinema.

De março a dezembro de 2018 o filme foi selecionado para as competições oficiais de 56 festivais de países dos cinco continentes, tendo recebido 34 prémios.

Este número impressionante de distinções, fazem de UMA VIDA SUBLIME, não só o filme português mais premiado de 2018, mas também o mais premiado de sempre em festivais no estrangeiro.

Protagonizado pelos atores Eric da Silva, Susie Filipe, Rui Oliveira e Paulo Calatré, para este filme
chegaram prémios para os atores, realizador, argumentista, diretor de fotografia e vários prémios como Melhor Filme de competições na Albânia, Austrália, Espanha, Equador, EUA, Índia, Itália, Rússia, São Tomé, Tailândia e Portugal.

Este é o segundo filme de longa metragem que Luís Diogo realiza, depois de “Pecado Fatal” e três curtas metragens. Sendo o autor dos argumentos de todos os seus filmes, é também argumentista de filmes como “A Bomba” de Leonel Vieira e “Gelo” de Luís e Gonçalo Galvão Teles.

Esta longa metragem de ficção foi em parte rodada no Festival Internacional de Cinema AVANCA 2016, integrando o projeto “Creative Film Workshops”.
Para além de Avanca, o filme foi igualmente rodado em Castelo Branco, Paços de Ferreira, Porto e Santo Tirso.

“Uma Vida Sublime” que já estreou na Rússia, continua a percorrer festivais de cinema em 2019 e prepara igualmente estreias noutros países.

sábado, 29 de dezembro de 2018

34º PRÉMIO PARA “UMA VIDA SUBLIME”


Luís Diogo acaba de ganhar o Prémio Melhor Realizador nos “Diamond Film Awards”,

Com esta distinção, o filme “Uma Vida Sublime”, atinge o inédito número de 34 prémios, confirmando ser assim o filme nacional mais premiado de sempre.

Os “Diamond Film Awards”, são uma organização da “Fondazione Amedeo Pesce”, entidade que promove o espírito empreendedor em Itália e no mundo, para além de divulgar a figura e obra de Amedeo Pesce, enquanto empresário e humanista.

Tendo acontecido em Salerno, Itália, este prémio é também a 32ª distinção que este filme recebe no estrangeiro.
Anteriormente recebeu prémios na Albânia, Austrália, Espanha, Equador, EUA, Índia, Itália, Rússia, São Tomé e Príncipe e Tailândia, para além de Portugal onde foi distinguido com mais 2 prémios.

“Uma Vida Sublime”, que entretanto tem estado nomeado para várias outras distinções, participa assim na seleção oficial de 56 festivais espalhados por países dos 5 continentes.

De forma inabitual no cinema nacional, este filme tem arrecadado participações e presenças sem memória na nossa cinematografia, sobretudo quando toda esta presença internacional acaba por acontecer no curto período do corrente ano, após a sua estreia no Fantasporto em março passado.

Sendo uma produção totalmente independente, que reuniu o realizador, a Filmógrafo e o Cine Clube de Avanca, contou com a participação dos municípios de Castelo Branco e Paços de Ferreira, com o contributo do Festival Internacional de Cinema AVANCA e de alguns patrocinadores privados. Muito recentemente juntou-se o ICA (Ministério da Cultura), apoiando a presença deste filme na Rússia, onde estreou no circuito comercial das salas de cinema deste país e da Bielorrússia.

O início do novo ano traz um novo desafio.
Estrear nas salas de cinema portuguesas, para a qual a data de estreia está já prevista para a quinta feira dia 24 de janeiro.

Algumas destas exibições irão permitir o encontro do filme com a música, igualmente premiada, da revelação portuguesa “Moonshiners”.
A protagonista do filme, Susie Filipe para além de atriz é igualmente a baterista desta surpreendente banda que este ano apresentou o seu primeiro álbum “Prohibition Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”. Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro passado em Caceres, Espanha.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

PALAVRAS INADIÁVEIS DE ANTÓNIO SOUTO. UM NOVO LIVRO APRESENTADO EM ANGEJA


O escritor António Souto apresenta dia 29 de dezembro pelas 16.30h, no Solar do Alambique em Angeja (Albergaria-a-Velha), o seu novo livro de poesia “Palavras Inadiáveis”, editado pela DebatEvolution.

Reunindo 50 poemas, esta obra traduz, num verdadeiro despojamento discursivo, trechos de uma infância evocada – embora só na aparência nostálgica –, a par com olhares reflexivos sobre preocupações do quotidiano. “Uma poética do quotidiano que se ergue a partir do volátil, dos instantes que entre si se aglutinam, tal como as contas de um rosário, para durar, para existir; ergue-se também dos pequenos gestos que parecem assomar por detrás do inexistente, do vago, do efémero, da inocência, e chamar a si a consistência existencial do tempo e o desígnio das coisas.”, como registou João de Melo a propósito de um outro livro do Autor.
Emergindo como apontamentos narrativos ou, a maior parte das vezes, como ‘instantâneos fotográficos’, “Palavras Inadiáveis” prima por uma concisão a que não faltam a ironia e o humor discretos.

António José Souto Marques natural de Angeja, Albergaria-a-Velha, é professor no ex-Liceu Camões, em Lisboa.
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Universidade de Lisboa) e pós-graduado em Teoria e Criação Literária (Universidade Autónoma de Lisboa), António Souto lecionou em Estrasburgo (França), na Universidade de Ciências Humanas, no Instituto de Tradutores, Intérpretes e Relações Internacionais e na Universidade Popular Europeia, entre 1989 a 1997.
Exerceu, no XIV Governo Constitucional, as funções de Assessor e de Chefe de Gabinete no Ministério do Trabalho e da Solidariedade.
Autor, entre outros escritos, dos livros de poesia “Arcanas Carícias”, “Na Lavra do Dizer”, “Caprichos” (com prefácio de Urbano Tavares Rodrigues), “O Tempo das Palavras” (em parceria com Armindo S. e com prefácio de João Melo) e “Sonhos Sobrantes” (com prefácio de Luiz Fagundes Duarte), publicou igualmente os livros de crónicas, “EX ABRUPTO – Crónicas de Tempos Vagos” e “Dupla Expressão – Crónicas”, com chancela da “debatEvolution”.
É sócio da “Associação Portuguesa de Escritores” e tem sido júri no “Festival Internacional de Cinema AVANCA”.

A apresentação estará a cargo da Profa. Dra. Anabela Oliveira docente da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – e investigadora no Labcom. Natural de Aveiro e Doutorada em Literatura Comparada, orienta a sua investigação científica no âmbito dos estudos interartes, nomeadamente nas relações entre literatura e cinema.

Estarão ainda presentes a Dra. Helena Vidinha, anfitriã, que tem vindo a acompanhar a obra do poeta, e o editor António C. Valente.

domingo, 23 de dezembro de 2018

"ANTES QUE A NOITE VENHA – FALAS DE ANTÍGONA” PREMIADO EM NOVA IORQUE

O filme “Antes que a noite venha – Falas de Antígona”, que Joaquim Pavão realizou durante o “Creative Film Workshops” do Festival Internacional de Cinema AVANCA, acaba de ser premiado em Nova Iorque.

Os “Red Carpet Film Awards”, que decorreram  no “Stuart Cinema” em Brooklyn, Nova Iorque,
atribuíram os prémios Melhor Atriz a Isabel Fernandes Pinto e Melhor Cinematografia a José Oliveira. Ambos os prémios foram atribuídos na categoria de curta metragem.

A atriz interpreta Antígona, uma mulher que nos acompanha há vinte e cinco séculos, desde que Sófocles a apresentou à democracia ateniense, nas Grandes Dionisíacas.
Este filme transporta-nos à intimidade da mulher-heroína-irmã. A mulher que ousa desafiar um déspota, na defesa da lei suprema do amor revela-nos, talvez, os contornos do Estado Democrático. Até onde podemos ir, no poder? Qual é o ponto em que esse poder deixa de servir a democracia e começa a destruir o humano?

A atriz Isabel Fernandes Pinto, que frequenta habitualmente os workshops do Festival AVANCA, tem com este filme o seu segundo prémio como protagonista deste filme.
Anteriormente foi distinguida com o Prémio Melhor Atriz nos “3rd European Cinematography Awards (ECA)”, que decorreram em Warsaw na Polónia, durante o passado mês de setembro.

Nestes prémios, o filme “Antes que a noite venha – Falas de Antígona” foi ainda distinguido como melhor desenho de som, melhor música e melhor cinematografia.

O diretor de fotografia José Oliveira, vencedor com este filme dos Prémios AIP Cinema 2018 para Melhor Direção de Fotografia Curta Metragem, foi igualmente nomeado para o Prémio Melhor Fotografia nos prémios americanos do “AltFF Alternative Film Festival 2018”, tendo sido o vencedor na sua categoria nos prémios ingleses “Falcon International Film Festival”.

Neste evento inglês, o filme de Joaquim Pavão foi ainda vencedor do Prémio Melhor Curta Metragem e Melhor Realizador.

Anteriormente o filme “Antes que a noite venha – Falas de Antígona” tinha sido nomeado para os Prémios SOPHIA na categoria de curta metragem de ficção.

Baseado na obra “Antes que a noite venha” de Eduarda Dionísio, este filme foi objeto de adaptação por Isabel Fernandes Pinto e Rui Pena, que protagonizam o filme conjuntamente com o coreografo Claudinei Garcia.
No contexto do Coro, atuaram Alfaia Dinoparlar, Angelo Castanheira, Bruna Herculano, Carolina Ferreira, Carolina Rodrigues, Daniela Cardoso, Inês Lopes, Isilda Mesquita, Ivan Pinho, Joana Madureira, Laure Givily, Lídia Roca Almor, Luciana Teixeira, Natália Costa, Paula Santos, Sandra Pereira e Susana Santos. Em grande parte, participantes do GENDA – Companhia de Dança de Aveiro.
A direção de Arte esteve a cargo de Ícaro Pintor e Gil Moreira, figurinos de Tucha Martins, caracterização de Vitor Valente e Andreya Silva da “Albergar-te”, a assistência de arte de Angela Saldanha, Ivan Pinho, José Albino Baptista e de produção de Dalotino Nunes e Manuel Baptista Borges. O som foi de Xavier Marques e Bruno Boaro, tendo Sara Lemos assumido a assistência de realização.
O realizador Joaquim Pavão é também autor da música e montagem do filme, com produção de António C. Valente, envolvendo a Fugir Do Medo, Filmógrafo e o Cine-Clube de Avanca.

Entretanto Joaquim Pavão está a rodar um novo filme com curadoria de Álvaro Moreira e no contexto do Museu Internacional de Escultura de Santo Tirso.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

UMA VIDA SUBLIME, O FILME DE TODOS OS RECORDES

O filme UMA VIDA SUBLIME, de Luís Diogo, venceu os prémios de Melhor Ator (Eric da Silva), Melhor Ator Secundário (Rui Oliveira) e Melhor Argumento (Luís Diogo) no LIFFT INDIA FILMOTSAV, que decorreu de 6 a 10 de Dezembro em Lonavla, Índia.

O filme soma agora 32 prémios, sendo a primeira longa-metragem da história do cinema português a conseguir 30 prémios internacionais.

Eric da Silva venceu o seu 6º prémio de melhor ator com este filme, sendo o primeiro ator da história do cinema português a conseguir 5 prémios internacionais de Melhor Ator com um só filme. O prémio nacional foi no Fantasporto, onde nunca antes um ator português havia ganho.

Rui Oliveira consegue o seu terceiro prémio com este filme (antes tinha ganho outro de Melhor Ator Secundário e um de melhor ator).

Este é o 6º prémio para o argumento do filme, sendo o primeiro argumento da história do cinema português a conseguir 6 prémios internacionais.

Tendo sido uma produção conjunta de Luís Diogo e António Costa Valente, envolvendo na produção o Cine Clube de Avanca e a Filmógrafo, esta longa metragem de ficção foi em parte rodada no Festival Internacional de Cinema AVANCA 2016, integrando o projeto “Creative Film Workshops”.
Para além de Avanca, o filme foi igualmente rodado em Castelo Branco, Paços de Ferreira, Porto e Santo Tirso.

O filme, escudado num argumento original do realizador, conta a história do médico Dr. Ivan, que usa métodos extremos para conseguir que pessoas infelizes voltem a ter uma vida tão sublime quanto a sua.

“Uma Vida Sublime” está entretanto em exibição nos cinemas da Rússia e da Bielorússia e deverá estrear em Portugal no início do próximo ano.