Sexta-feira dia 5 de junho pelas 16h, no Auditório do Museu de Aveiro, será exibido o documentário de José Carlos de Almeida “O Vouguinha – a mais bela linha férrea do país”.
Esta exibição acontece no dia em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente.
O filme, que aqui terá a sua estreia, aborda a emblemática linha de caminhos de ferro que tem o seu inicio na cidade de Aveiro.
A exibição será seguida de debate com a participação do realizador José Carlos de Almeida, da Dra. Cassilda Marado da Academia de Saberes de Aveiro e do Prof. Dr. António Costa Valente da Universidade de Aveiro.
Mais tarde, pelas 18h, a pianista Olga Dadonova dará um concerto comemorativo do dia.
Em ambos os momentos a entrada é livre.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
ANIMAÇÃO PORTUGUESA NO INPUT 2015 EM TÓQUIO
Pela quarta vez nos 37 anos daquela que
é considerada a maior conferência internacional de conteúdos de
televisão, o INPUT, um programa português é seleccionado.
“A minha casinha”, de Maria Raquel
Atalaia, intégra a selecção deste ano do INPUT 2015 que decorre em
Tóquio, Japão.
Na capital nipónica está a produtora
Júlia Rocha, que intervem na apresentação e no debate que este
programa motiva.
Esta conferência, que se realiza todos
os anos em diferentes continentes, reúne programadores e produtores
de televisão de mais de cinquenta países e tem a particularidade de
todos os programas seleccionados serem discutidos com a presença do
realizador ou produtor e da equipa que escolheu o programa.
A equipa de “Shopstewards” do INPUT
2015 seleccionou “A minha casinha” para integrar um painel
especial sobre o público infantil. O filme fala-nos de uma menina
que vivendo no mundo da lua, um dia procura uma casinha. Este encargo
aparentemente simples, vem-se a revelar uma tarefa difícil.
Este filme abriu o Festival de Cinema
AVANCA 2014, tendo sido vencedor dos “24fps International Animation
Award 2014” na categoria “Best Animated Short Film 2014 -
Studio/Professional – International”, o mais importante concurso
desta área na Índia. Também em agosto passado o “S. Tomé Film
Festival” em São Tomé e Príncipe, atribuiu a este filme o Prémio
da categoria de "Animação".
Com música de Fernando Augusto Rocha,
“A minha casinha” é uma produção da Animegas, Cine-Clube de
Avanca e Filmógrafo, tendo tido apoio financeiro do ICA/Secretaria
de Estado da Cultura e da RTP. A deslocação da produtora Júlia
Rocha a Tóquio tem o apoio da Câmara Municipal de Estarreja.
terça-feira, 21 de abril de 2015
CINEMA DOLCE VITA DE OVAR COMEMORA UM ANO DE CINEMA
Na próxima sexta-feira
dia 24 de Abril, o Cinema Dolce Vita de Ovar celebra o 1º
aniversário da sua reabertura. Este será um dia de portas abertas
para celebrar o cinema na cidade de Ovar.
A parceria da Filmógrafo
e do Dolce Vita de Ovar fez com que o cinema regressa-se à cidade de
Ovar. Desde que reabriu, já foram exibidos 94 filmes, oferecendo uma
programação pautada por filmes de todo o mundo e na sua maioria
distinguidos nos principais certames mundiais.
Neste ano, para além da
programação de filmes, também aconteceram tertúlias e conversas
com realizadores e autores diversos sobre cinema, fotografia e
poesia, moderadas pela programadora Rita Capucho.
Num dia em que o cinema
vai ser gratuito, o público poderá assistir a 3 filmes que foram
exibidos neste primeiro ano de exibição, sendo que dois deles são
filmes produzidos na região de Aveiro.
Pelas 16h será exibido o
filme “Pecado Fatal” de Luís Diogo que tendo sido o filme de
reabertura da sala, veio a tornar-se o filme mais distinguido do
cinema português de 2014 com 9 prémios em 8 países, para além das
3 nomeações aos prémios Sophia.
Pelas 18h30 assistir-se-á
a “Famel Top Secret” uma saga divertida e com identidade regional
que encheu o MEO Arena em setembro último. Um filme destinado
sobretudo aos amantes das velhas motorizadas portuguesas, tem no
elenco um leque bem conhecido de atores portugueses.
Pelas 21h30 será exibido
o filme “Rio, eu te amo” que reúne dez curtas de dez diretores
brasileiros e internacionais. Cada uma das histórias revela um
bairro e uma característica marcante da cidade maravilhosa. Um filme
que celebra o cinema como arte colectiva, que se constrói em equipa
e que cada vez mais necessita das salas cheias de público para
celebrar a 7ª Arte.
Dia 24 será a festa do
cinema em Ovar, numa parceria que envolve apoios locais e é
promovida pelo Dolce Vita de Ovar e a Filmógrafo.
sábado, 18 de abril de 2015
DESAPARECIMENTO DO PROFESSOR MARIANO GAGO FAZ REVER A SUA PASSAGEM PELO CINE-CLUBE DE AVANCA
Unanimemente considerado como o pai da
nova investigação científica portuguesa e o grande impulsionador
de um novo paradigma de ciência no nosso país, o Professor Doutor
Mariano Gago acaba de nos deixar.
Entre a memória, o Cine-Clube de
Avanca volta vários anos atrás e relembra a sua passagem pela sede
da associação em Avanca.
Foi em 1997, o Professor era na altura
Ministro da Ciência e Tecnologia e numa visita à Casa Museu Egas
Moniz aceitou o convite do Senhor Presidente da Câmara Municipal de
Estarreja da altura, Dr. Vladimiro Silva e visitou o Cine-Clube de
Avanca.
Da memória dessa visita relembramos as
palavras do Ministro Mariano Gago, numa notícia publicada pelo
“Diário de Leiria” de 28 de outubro desse ano, onde se lê que o
Ministro ficou bastante impressionado com as modestas instalações
“onde funciona o conhecidíssimo Cine-Clube de Avanca, para além
de não ser todos os dias que se encontra uma associação cultural,
constituída por voluntários e que tem uma obra própria no âmbito
do filme de animação”.
Na sequência dessa visita, cumprindo a
promessa que o Professor Mariano Gago nesse dia ali fez, o Cine-Clube
de Avanca passou pouco depois a integrar a rede nacional que ligou
associações, escolas e bibliotecas de todo o país. Foi o início
da utilização das novas tecnologias que muito ajudaram a que hoje o
Cine-Clube tenha um espólio de centenas de filmes produzidos e
exibidos, distinções em países dos cinco continentes, um festival
de cinema congregador da produção cinematográfica mundial e
encontro único de debate e formação de gerações de cineastas.
Entretanto, 18 anos depois, o
Cine-Clube de Avanca continua a funcionar nas mesmas “modestas
instalações” visitadas na manhã de outubro de 1997, embora
continue a ter há 20 anos uma nova sede em construção e a estar
permanentemente à procura de apoios para a sua urgente conclusão.
Numa semana marcada por este inesperado
fechar de um ciclo, o Cine-Clube de Avanca expressa um profundo
agradecimento a um português de exceção que no século passado nos
emprestou a sua amizade, apoio e nos integrou no seu comboio único
de transformação da ciência e cultura do nosso país.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Festa do Cinema em Ovar – Uma conversa sobre Federico Fellini com Anabela Oliveira
No mês de Abril no cinema Dolce de Vita de Ovar faz-se a Festa do Cinema. A Sala, que no próximo dia 24 de Abril celebra um ano desde a sua reabertura, oferece uma programação variada para todos os gostos e públicos.
No dia 17 de Abril, pelas 15h regressam as conversas com os convidados especiais que transformam a sala num espaço de debate e partilha. Em Abril a conversa será com Anabela Dinis Branco Oliveira, professora auxiliar na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigadora no Labcom. Doutorada em Literatura Comparada, orienta a sua investigação científica no âmbito dos estudos interartes, nomeadamente nas relações entre literatura e cinema. É autora do livro “Entre Vozes e Imagens – a presença das imagens cinematográficas nas múltiplas vozes do romance português (anos 70-90)”. Leciona vários seminários no âmbito da análise do discurso fílmico e das relações dialógicas entre o cinema e outras artes. Autora do curso “Cinema: Alquimia das Artes” na Fundação de Serralves (Porto,2009). Teve participações em júris e workshops em festivais e mostras de escolas de cinema. Nos últimos tempos a investigadora tem-se dedicado à obra de Federico Fellini.
Após a conversa o público poderá assistir ao filme “Que Estranho chamar-se Federico”, de Ettore Scola, uma homenagem e um retrato de Federico Fellini pelo realizador e amigo no vigésimo aniversário da morte do grande cineasta.
O Cinema Dolce Vita de Ovar é o organizador do evento, em parceria com o Dolce Vita de Ovar e conta com apoios locais.
No dia 17 de Abril, pelas 15h regressam as conversas com os convidados especiais que transformam a sala num espaço de debate e partilha. Em Abril a conversa será com Anabela Dinis Branco Oliveira, professora auxiliar na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigadora no Labcom. Doutorada em Literatura Comparada, orienta a sua investigação científica no âmbito dos estudos interartes, nomeadamente nas relações entre literatura e cinema. É autora do livro “Entre Vozes e Imagens – a presença das imagens cinematográficas nas múltiplas vozes do romance português (anos 70-90)”. Leciona vários seminários no âmbito da análise do discurso fílmico e das relações dialógicas entre o cinema e outras artes. Autora do curso “Cinema: Alquimia das Artes” na Fundação de Serralves (Porto,2009). Teve participações em júris e workshops em festivais e mostras de escolas de cinema. Nos últimos tempos a investigadora tem-se dedicado à obra de Federico Fellini.
Após a conversa o público poderá assistir ao filme “Que Estranho chamar-se Federico”, de Ettore Scola, uma homenagem e um retrato de Federico Fellini pelo realizador e amigo no vigésimo aniversário da morte do grande cineasta.
O Cinema Dolce Vita de Ovar é o organizador do evento, em parceria com o Dolce Vita de Ovar e conta com apoios locais.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
FILME “FOI O FIO” PREMIADO NA ALEMANHA
O filme de animação “Foi
o Fio” de Patrícia Figueiredo, produzido pela Filmógrafo e
Cine-Clube de Avanca acaba de ser distinguido com o segundo prémio
do “3º International Monstronale Festival”.
Este evento, que este ano
elegeu “Paixões” como temática, decorreu até este domingo na
cidade alemã de Halle, sede do estado “Saxony-Anhalt” e no
centro nevrálgico da chamada “Região Metropolitana Central Alemã”
(Metropolregion Mitteldeutschland).
A história de “Foi o
Fio” envolve 3 mulheres.
Uma mulher novelo, uma
velha mulher que passa os dias a olhar pela janela e uma vendedora de
roupa caída dos estendais, estão unidas por um fio. As três
conduzem as ações de outras personagens e o inevitável destino de
uma mulher com o marido às costas.
Sobre esta obra, o júri
declarou ser "Uma bela prova de linearidade, mesmo num (não)
enredo aparente".
Sendo a obra de estreia de
Patrícia Figueiredo, este filme foi já exibido em 31 festivais, em
Portugal mas também na Alemanha, Áustria, Bulgária, Canadá,
Chile, Croácia, Espanha, França, Hungria, Índia, Marrocos, Rússia
e Turquia. Este é o quinto prémio atribuído ao filme.
Patrícia Figueiredo
nasceu em 1985 e licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas
Artes da Universidade do Porto, tendo concluído o curso em Cracóvia
(Polónia), onde frequentou o atelier de Cinema de Animação na
AkademiaSztukPięknych w Krakowie. Finaliza atualmente o Mestrado em
Ilustração e Animação no Instituto Politécnico do Cávado e do
Ave. O seu trabalho divide-se entre a animação e a ilustração,
onde participa em vários livros infantis.
Com música do compositor
Joaquim Pavão e produção de António Costa Valente, a Patrícia
teve a companhia na animação da Raquel Felgueiras, Íria Cabaleiro,
Rodrigo Barata e da equipa constituída por António Osório, António
Fonseca, Bruno Correia, Carla Tavares, Daniela Couto, João Ferreira,
Maria Rebelo, Ricardo Silva, Sérgio Reis e Vânia Clara. Na
produção, Eunice Castro e Rita Capucho assistiram Júlia Rocha e
Álvaro Marques. Finalmente, Patrícia Figueiredo e Raquel Felgueiras
montaram o filme.
“Foi o Fio” foi
realizado no estúdio de cinema de animação do Cine-Clube de
Avanca, com produção Filmógrafo, participação do MIA do IPCA-Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e apoio financeiro do ICA da
Secretaria de Estado da Cultura, com co-financiamento da RTP,
Radiotelevisão Portuguesa.
terça-feira, 24 de março de 2015
FILME “CÃES MARINHEIROS” ESTA NOITE NO TEATRO AVEIRENSE, UM DIA APÓS O DESAPARECIMENTO DO POETA HERBERTO HÉLDER
“Cães Marinheiros” um filme produzido pela Filmógrafo e Cine-Clube de Avanca, adaptado do conto de Herberto Hélder de mesmo nome, será exibido hoje às 21.30h no Teatro Aveirense, um dia após o desaparecimento do poeta.
A sessão, que já estava programada, integra a programação que a “Plano Obrigatório” tem vindo a fazer às terças-feiras conjuntamente com o Teatro Aveirense e o Município de Aveiro. Nesta sessão será ainda exibida a longa-metragem “O Guia de Ideologia do Depravado” de Sophie Fiennes.
“Cães Marinheiros” é um filme de animação realizado por Joana Toste que partilha a autoria do filme com André Ferrão. Este filme teve a sua estreia no Festival de Cinema AVANCA 2007, tendo sido selecionado para mais de sete dezenas de festivais de cinema dos cinco continentes.
O filme e a história original falam de um casal de cães que possui um marinheiro para guardar o jardim. Devendo mantê-lo a todo o custo, fogem da proximidade do mar, sofrendo então as suas consequências... e a vida deve continuar.
Herberto Hélder, que nasceu no Funchal em 23 de Novembro de 1930, tinha agora 84 anos e era um dos grandes poetas vivos da literatura portuguesa, tendo vencido em 1994 o Prémio Pessoa, que veio a recusar.
A sessão, que já estava programada, integra a programação que a “Plano Obrigatório” tem vindo a fazer às terças-feiras conjuntamente com o Teatro Aveirense e o Município de Aveiro. Nesta sessão será ainda exibida a longa-metragem “O Guia de Ideologia do Depravado” de Sophie Fiennes.
“Cães Marinheiros” é um filme de animação realizado por Joana Toste que partilha a autoria do filme com André Ferrão. Este filme teve a sua estreia no Festival de Cinema AVANCA 2007, tendo sido selecionado para mais de sete dezenas de festivais de cinema dos cinco continentes.
O filme e a história original falam de um casal de cães que possui um marinheiro para guardar o jardim. Devendo mantê-lo a todo o custo, fogem da proximidade do mar, sofrendo então as suas consequências... e a vida deve continuar.
Herberto Hélder, que nasceu no Funchal em 23 de Novembro de 1930, tinha agora 84 anos e era um dos grandes poetas vivos da literatura portuguesa, tendo vencido em 1994 o Prémio Pessoa, que veio a recusar.
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