quinta-feira, 9 de maio de 2019

FestCordel 2019 – Festival Internacional do Verso Popular

Os municípios da Murtosa, Estarreja e Oliveira de Azeméis recebem, de 10 a 19 de maio, a segunda edição do FESTCORDEL – Festival Internacional do Verso Popular, dedicado às tradições do descante, da desgarrada e do cantar ao desafio, que reunirá poetas repentistas de Portugal, Espanha e Brasil.

A apresentação do FESTCORDEL realizar-se-á já na próxima sexta-feira no Auditório Padre Joaquim Vieira Cavadas, em Cesar, Oliveira de Azeméis.

O verso popular é uma arte do povo, cultura genuína da nossa gente e de todos quantos partilham a língua portuguesa pelos continentes do planeta.

"Pretendemos sensibilizar as escolas, as universidades e o público em geral, para esta tradição perdida de Descante, Desgarrada, Desafio, da qual tivemos exímios executantes de norte a sul do país, alguns dos quais viveram entre nós e encantaram o nosso povo que ainda recorda os seus nomes", dizem os organizadores.

É tempo de recuperarmos esta tradição, evocando as origens do verso popular e o grande impacto que teve no passado junto das nossas gentes, servindo-nos da ajuda daqueles que souberam preservá-la e engrandecê-la ao longo dos anos.

Hoje, o Verso Popular de Língua Portuguesa está em processo de ser reconhecido como património imaterial da humanidade.

O FESTCORDEL – Festival Internacional do Verso Popular é coordenado pelo Professor António Abreu Freire, com o apoio do Cine-Clube de Avanca, e tem por objetivo restaurar em Portugal uma das tradições culturais mais antigas e genuínas da língua portuguesa, juntando, numa exibição de arte da palavra, alguns dos maiores poetas e repentistas populares da atualidade.


Programação geral

OLIVEIRA DE AZEMÉIS
10 maio – 21:30
Auditório Padre Joaquim Vieira Cavadas, Cesar

XXIII Mercado à Moda Antiga
18 maio – 15:30
Largo da República, Oliveira de Azeméis

MURTOSA
18 maio – 21:30
Junta de Freguesia do Bunheiro, Bunheiro

ESTARREJA
19 maio – 16:00
Cine-Teatro de Estarreja, Estarreja

Repentistas: Pinto Branco (Brasil); Geraldo Amâncio (Brasil); Guilherme Nobre (Brasil); Marreco (Brasil); Augusto Canário (Portugal); Cândido Miranda (Portugal).

quarta-feira, 1 de maio de 2019

DERIVA LITORAL, O FILME DE SOFIA BARATA CHEGA ÀS SALAS DE CINEMA


Premiado pelo Festival de Cinema PAISAGENS de Sever do Vouga, o filme de Sofia Barata "Deriva Litoral - o impacto da erosão costeira em Portugal", chega no início de maio às salas de cinema.

No inverno de 2013-2014 a costa portuguesa foi fustigada por fortes tempestades e agitação marítima prolongadas. As zonas costeiras foram notícia pelas piores razões e, nos últimos anos, tem-se verificado em Portugal um avanço progressivo do mar, pondo em causa a segurança de pessoas e bens. Este problema deve-se a vários factores. A informação disponível nos meios de comunicação parece não ser suficiente para a compreensão destes fenómenos. Tornar a informação acessível a todos é fundamental, numa altura em que a comunidade científica debate os problemas da erosão e as suas causas...
Rodado ao longo de quase toda a costa marítima portuguesa, Deriva Litoral também passou pela praia do Furadouro em Ovar, e ali recolheu imagens impressionantes de uma costa onde a erosão é particularmente preocupante.

A perda da areia das praias, encontra neste filme um espaço de sensibilização para as causas e para as consequências deste problema que parece crescente. Se nada for feito, corremos o risco de ficarmos sem praias.

As imagens foram sendo captadas à medida que os Invernos decorriam (entre 2013 e 2016).

Sofia Barata conseguiu reunir sete investigadores da Universidade de Aveiro que aceitaram participar neste projeto. O filme, para além de recolher os seus testemunhos, é sobretudo baseado no seu trabalho de investigação. Alfredo Rocha, Carlos Coelho, Cristina Bernardes, Fátima Alves, Filomena Martins, Paulo Baptista e Paulo Silva foram os investigadores que, surgindo no filme, nos trazem as preocupações que ano após ano assolam o nosso litoral.

Sofia Barata, com mestrado em Comunicação Multimédia pela Universidade de Aveiro, iniciou o seu percurso na RTP tendo posteriormente passado pela SIC onde apresentou, realizou e coordenou vários programas. Desde 2009 em Aveiro, na Fábrica Centro Ciência Viva da Universidade de Aveiro coordena, produz e realiza conteúdos de promoção da cultura científica e tecnológica.

Produzido em coprodução pela Fábrica Centro Ciência Vida de Aveiro e com a participação da Universidade de Aveiro, através dos departamentos de Ambiente e Ordenamento, Engenharia Civil, Física e Geociências e do Laboratório Associado Centro de Estudos do Ambiente e do Mar – CESAM. Colaboram na distribuição o Cine Clube de Avanca e Filmógrafo. Por este filme passaram igualmente as intervenções de Ana Carrilho, Bruno Pedrosa, Catia Azevedo Clife, Pedro Hugo, Domingues Laura Tubarão e Tiago Abreu.
Com fotografia de Miguel Serra e pós-produção áudio de Gualter Santos, a coordenação geral deste filme foi de Pedro Pombo.

Tendo tido a sua estreia no Festival Internacional de Cinema AVANCA, “Deriva Litoral” vai estar em exibição diária no Cinema Dolce Vita em Ovar e no Cinebox em Castelo Branco.
No dia 18 de maio pelas 21h30, o Teatro Aveirense também exibe este filme.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

PRÉMIOS EGAS 2017 2018 PREMEIAM O CINEMA PRODUZIDO EM AVANCA

A cerimónia de entrega dos “Prémios EGAS 2017 2018” irá decorrer nesta quinta-feira dia 18 de abril no Cinema Dolce Vita em Ovar, pelas 21h30, distinguindo 23 cineastas.

Tony Costa, cineasta e diretor de fotografia será o homenageado da noite, assinalando-se uma carreira única no cinema português, onde o seu espírito associativo tem permitido singularidades únicas no nosso cinema.

Numa organização do Cine-Clube de Avanca, cineastas que, envolvendo a região, nos anos anteriores viram os seus filmes premiados em festivais de cinema que decorreram por todo o mundo, serão os distinguidos da noite.

Os cineastas que irão receber o Prémio EGAS são: Aminata Embalo, Ana Luísa Vale, David Rebordão, Édi Kettemann, Eduardo Maia, Ellie Nurmukhametova, Filipe Martins, Gilberto Nunes, Gladys Mariotto, Hamilton Trindade, Joaquim Pavão, Luís Margalhau, Mariana Pelpretti, Mariana Vilhena, Miguel Marques, Paulo Martinho, Patrícia Figueiredo, Pedro Farate, Pedro Gomes, Raquel Atalaia, Raquel Felgueiras, Sofia Barata e Tiago Daniel Sá.

Na vasta produção que foi exibida e premiada em festivais, o género documental foi o que nestes anos mais esteve em evidência. Assim, serão distinguidas as documentaristas Aminata Embalo com “África Abençoada”,  Sofia Barata com “Deriva Litoral – o impacto da erosão costeira em Portugal” e Gladys Mariotto com “A Felicidade Mora Aqui”. Serão igualmente distinguidos os realizadores Hamilton Trindade com “Sonho Longínquo no Equador”, Luís Margalhau com “Afinando Pessoas, Pássaros e Flores” e Miguel Marques com “Canil”.

No cinema de animação, serão laureadas as cineastas Maria Raquel Atalaia com “A minha casinha", Raquel Felgueiras com “Galope” e Patrícia Figueiredo com "Foi o Fio". Também em animação, serão reconhecidos os jovens realizadores Eduardo Maia, Mariana Vilhena, Pedro Gomes, Tiago Daniel Sá, com “Intervalo”. Este filme foi produzido na Escola Egas Moniz numa parceria que envolveu o Agrupamento de Escolas de Estarreja.

Na ficção de curta metragem será premiada a cineasta Ana Luísa Vale com “Retrato, sombra, grito” e os realizadores David Rebordão autor de “Killies” e “Your Turn” e Joaquim Pavão com
“Miragem”.

Por último, serão ainda distinguidos os autores de 3 filmes que tiveram a particularidade de terem sido produzidos no âmbito do Festival de Cinema AVANCA, tendo posteriormente sido selecionados e premiados noutros festivais.

Assim, serão agraciados os cineastas Filipe Martins com “Landing”, Pedro Farate com “Nocturna” e o conjunto de cineastas de várias nacionalidades Édi Kettemann, Gilberto Nunes, Paulo Martinho, Mariana Pelpretti e Ellie Nurmukhametova, autores do filme “Rhea”.

Todas estas produções, que envolvem o Cine-Clube de Avanca, têm procurado pontos de convergência entre culturas, geografias e a região.

Os Prémios EGAS tomam como patrono o nome da maior figura de Avanca e Prémio Nobel, Prof. Doutor Egas Moniz, na senda do que foi, como empreendedor, viajante e criador. Com o apoio do IPDJ, este evento conta igualmente com a participação e apoio de entidades como o Município de Estarreja e a Junta de Avanca, para além do Dolce Vita de Ovar.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

EM AVANCA, PORTAS ABERTAS NO DIA DO CINECLUBE

Comemorando o Dia do Cineclube, um acontecimento organizado pela FPCC – Federação Portuguesa de Cineclubes, o Cine Clube de Avanca abre as portas da sua sua nova sede em construção.

Será na segunda feira dia 15, pelas 17h que as portas serão abertas e todos podem acompanhar as obras que estão em desenvolvimento neste novo espaço cultural do centro da freguesia de Avanca.

Esta comemoração, para além da oportunidade de conhecer o espaço em obra, irá permitir visionar o documentário “Magister” de Gustavo dos Santos. O realizador estará presente e fará a apresentação do filme.

Neste documentário, acompanha-se o trabalho do encenador Júlio Cardoso do Teatro Seiva Trupe do Porto, que prepara uma nova peça. “Magister” é assim uma viagem de acesso restrito, de um ponto de vista muito intimista. Um filme sobre o palco que irá ser exibido num futuro ecrã de cinema.

Tendo retomado recentemente as obras, o edifício tem estado a ser intervencionado no seu interior, nomeadamente no espaço que no futuro será a sala de cinema de Avanca.
As obras que têm estado a decorrer são resultado do apoio atribuído pelo Município de Estarreja, a que se junta o continuado apoio do IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude.

Sendo o Dia do Cineclube comemorado a 14 de abril, dia da primeira sessão conhecida de um cineclube, ao longo do território nacional a sua comemoração decorre nos diversos cineclubes do continente e ilhas em dias diversos entre 12 e 18, com exibições de filmes, debates e ações tão diversas como o Portas Abertas que irá acontecer em Avanca.

A entrada nesta comemoração e exibição filmica é naturalmente livre, dando assim ênfase aos títulos deste evento.

terça-feira, 9 de abril de 2019

PRÉMIOS EGAS DE CINEMA HOMENAGEIAM TONY COSTA


Os Prémios EGAS 2017 2018, que este ano vão acontecer na noite do dia 18 no Cinema Dolce Vita em Ovar, para além de distinguir cineastas da região, vão homenagear a carreira cinematográfica do Diretor de Fotografia Tony Costa.

Com um extenso percurso ligado à imagem do cinema, Tony Costa é o grande responsável pelo movimento de aproximação dos técnicos e dos artistas que fazem grande parte do cinema português.

Tendo sido fundador em 1998 da Associação de Imagem Portuguesa, AIP, de que foi Presidente e Vice-Presidente, a sua atividade permitiu a certificação dos diretores de fotografia portugueses com a sigla “aip” e o reconhecimento internacional desta associação profissional.
Tendo sido Vice-Presidente da IMAGO – Federação Europeia dos Diretores de Fotografia, é hoje o seu responsável pelo espaço web.

A sua preocupação pelo setor, expressa-se também no diretório de produção “Portugal CineGuia”, que Tony Costa edita à mais de 20 anos.
Membro fundador do CPAV (Centro Profissional para o Audiovisual), é também um dos fundadores em 2010 da Academia Portuguesa de Cinema, que todos os anos atribui os Prémios SOPHIA ao cinema português.

Nascido em Hamilton no Canadá em 1962, Tony Costa é filho de pais emigrantes, tendo estudado em Faro e no Canadá, onde frequentou diversos cursos ligados ao cinema.
Iniciou a sua carreira profissional na década de 80, na cidade canadiana de Toronto, tendo sido assistente de imagem e também técnico de laboratório na Medallion Film Labs.
Regressou a Portugal já nos anos 90 onde progrediu na carreira até se iniciar na direção de fotografia em 2001.
Como diretor de fotografia dirigiu dezenas de obras, nomeadamente longas metragens de Anna de Palma, Joaquim Leitão, Jorge António e Hugo Diogo. Tendo recebido diversos prémios, destaca-se o Golden Eye em Tiblisi-Georgia com o filme «Lápis Azul».

Em paralelo com a direção de fotografia desenvolveu a sua vertente académica integrando a Universidade Lusófona como professor convidado em 2004 e onde é diretor do departamento de imagem.
Formador no Instituto Restart e na Escola World Academy, foi igualmente docente na Escola HHF de Munich, ESTC Escola Superior de Teatro e Cinema e na extinta Universidade Moderna.

Os Prémios EGAS homenageiam assim a sua capacidade associativa, criativa e formativa, do maior relevo no país.

Organizados pelo Cine Clube de Avanca, estes prémios assinalam e reconhecem os cineastas da região que viram os seus filmes exibidos e distinguidos ao longo dos anos de 2016 e 2017, em diversos festivais do país e do estrangeiro. Obras de longa e curta metragem, entre a ficção, o documentário, a animação e as produções experimentais, estes filmes tiveram maioritariamente a sua estreia no Festival de Cinema Avanca.

O evento conta com o apoio do IPDJ – Instituto Português do Desporto e da Juventude, Centro Dolce Vita de Ovar, Município de Estarreja e Junta de Freguesia de Avanca.

sábado, 30 de março de 2019

JOAQUIM PAVÃO FILMA “SCULP”


Depois de "Antes que a noite venha - Falas de Antígona", que Joaquim Pavão filmou no AVANCA 2016, é tempo de novo projeto que desta vez se materializará na primeira longa metragem do realizador.

Num trabalho conjunto com a atriz e autora Isabel Fernandes Pinto, com um desenvolvimento gráfico do Arquiteto Gil Moreira, Joaquim Pavão ultima as filmagens de “SCULP” ("Escultura").

Rodado em Santo Tirso, envolvendo a coleção de esculturas espalhadas pela cidade e que constituem o Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC), este projeto está a ser filmado maioritariamente na Fábrica de Santo Thyrso e no Parque Urbano Sara Moreira.

Numa procura de intervenção e debate entre a arte, o urbanismo e a cidadania, o filme constrói-se entre esculturas que integram a coleção do museu e os corpos que o filme junta e faz intervir.

O novo filme de Joaquim Pavão "terá sete quadros que representam os sonhos, liberdades e pensamentos de uma personagem que habita um mundo onde todas as escolhas são facilitadas por algoritmos".

Sendo ele um exímio guitarrista e compositor da música de vários filmes do cinema português, nesta obra, Joaquim Pavão dá lugar ao compositor Óscar Flecha que é o autor da banda sonora do filme.
O realizador sublinha que "O filme começa na música. É a base. É ela que cria os espaços, o tamanho, a atmosfera", acrescentando que "todo o filme está sob o mundo sonoro de Óscar Flecha".

Com direção de fotografia de José Oliveira, direção de arte de Tucha Martins, o filme conta com atores e técnicos maioritariamente do norte.

Produzido pela Fugir do Medo, Filmógrafo e Cine Clube de Avanca, este filme, com fortes exigências ao nível dos chamados efeitos especiais, deverá estrear em 2020 seguindo o circuito internacional de festivais e estreando em diversas salas de cinema.

Joaquim Pavão, com a sua anterior curta-metragem "Antes que a noite venha - Falas de Antígona", foi distinguido com diversos prémios, nomeadamente no Red Carpet Film Awards (2 prémios), EUA), Falcon International Film Festival (Reino Unido), 3rd Edition of the European Cinematography AWARDS (Polónia), Prémio Direção fotografia Curta-metragem nos Prémios AIPCinema 2018, nomeado Melhor Curta Metragem de Ficção nos Prémios SOPHIA 2018, para além do Prémio Estreia Mundial no Festival AVANCA 2017.

Local de rodagem do novo filme, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea é composto por 55 esculturas dispersas por seis polos da cidade, que segundo o mesmo, partiu de uma ideia do escultor Alberto Carneiro (1937-2017), que em 1990 desafiou o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, a "ter um caso único em Portugal, com [obras dos] escultores mais importantes dos seus países e que integram a vanguarda da escultura contemporânea".

Em 21 de maio de 2016, o Museu Inaugurou o seu espaço, um projeto que juntou os dois arquitetos portugueses Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, ambos galardoados com o Prémio Pritzker. A construção da sede do Museu envolveu igualmente a requalificação do Museu Municipal Abade Pedrosa, que tem sede numa das alas do Mosteiro de São Bento.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

“MOONSHINERS” EM CONCERTO NO CINEMA DOLCE VITA EM OVAR Concerto conta com Susie Filipe, protagonista do filme “Uma Vida Sublime”

Assinalando os 34 prémios que o filme UMA VIDA SUBLIME recebeu em festivais internacionais de cinema durante o ano de 2018, o Cinema Dolce Vita de Ovar promove no seu espaço um concerto com a banda revelação do ano, os “Moonshiners”.

O concerto será já este sábado dia 16 de fevereiro e inicia-se ás 22h. Os bilhetes estão já à venda na bilheteira do Cinema Dolce Vita do Centro Comercial de mesmo nome em Ovar.

Susie Filipe, baterista e fundadora da banda, é também a protagonista do filme UMA VIDA SUBLIME que no decorrer de 2018 se veio a transformar no filme português mais premiado de sempre. Este filme teve estreia recente, tendo sido exibido, entre outras salas, no Cinema Dolce Vita.

Os “Moonshiners”, apresentaram recentemente o seu primeiro álbum “Prohibition Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.
Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro passado em Cáceres, Espanha.
Com dois EP lançados anteriormente, do segundo “Good News For Girls Who Have No Sex Appeal”, o single “Man On Wire” faz parte da banda sonora do filme dirigido por Luís Diogo e coproduzido pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo.

Os “Moonshiners”, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmônica) e Vítor Hugo (voz e guitarra), para além de Susie Filipe (bateria), surgiram em Aveiro, no início de 2012 e a sua música destaca-se pelas harmónicas estridentes e riffs explosivos.
Em Outubro de 2013, após uma longa digressão de norte a sul de Portugal, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP homónimo, composto por seis canções originais sobre whisky e cerveja, conversas entre Deus e o Diabo e réquiens de amor falhado.

Em 2017 actuaram no Eurosonic Noorderslag (Holanda), o maior festival profissional de música europeia, no Veszprémi Utcazene Fesztivál (Hungria) e fizeram uma tournée pelo norte de Espanha.
Já em 2018 tocaram no Festival Live At Heart na Suécia e os concertos sucederam-se por todo o país, para além de cidades como Cáceres e Barcelona na vizinha Espanha.

Entre frases que fazem história no percurso desta banda, fica: “No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada”.

Susie Filipe, que interpreta Andreia, a esposa da personagem central do filme, tem um percurso de atriz no teatro, que agora chega ao cinema. À sua surpreendente interpretação, que o realizador tem destacado nas suas intervenções aquando da exibição do filme, acresce esta singularidade de protagonizar o filme mais premiado de sempre do cinema português.