quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

FESTIVAL DE CINEMA AVANCA 2017 ABRE INSCRIÇÕES

Festival vai premiar pela primeira vez cineastas até 30 anos e com mais de 60 anos.

Comemorando os vinte anos do festival e a sua 21ª edição, os Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia AVANCA 2017, acaba de abrir inscrições, permitindo que filmes inéditos no nosso país possam ser candidatos à seleção final que em julho será exibida nos ecrãs deste festival de cinema.

Anualmente, mais de três milhares de filmes oriundos de mais de uma centena de países faz chegar a Avanca obras que refletem a produção mundial contemporânea do cinema e do audiovisual. São filmes oriundos dos cinco continentes, dos mais diversos formatos e reflexo de culturas muito diversas.

Exibindo e premiado obras de longa e curta metragem, de ficção, documentário, animação e vídeos de caráter experimental, distinguindo atores e autores, este ano o AVANCA 2017 reserva dois prémios que de forma inédita procuram premiar duas faixas alargadas da idade em que os autores têm normalmente mais dificuldade em produzir as suas obras.

Assim, pela primeira vez o Festival de Cinema AVANCA irá atribuir um prémio para um realizador com menos de 30 anos e que tenha obra selecionada no festival, premiando ao mesmo tempo um cineasta com mais de 60 anos que igualmente veja o seu filme na competição oficial do festival.

Reunindo anualmente filmes e imensos cineastas na casa dos 20 anos, o AVANCA tem igualmente sido a escolha de múltiplas visitas de realizadores que na casa dos 60-80 anos chegam de todo o mundo para apresentarem os seus filmes e falarem da sua experiência.

Estes novos prémios, que se creem serem os primeiros a surgirem conjuntamente num festival de cinema, procuram assim clarificar o caráter abrangente, multicultural e multigeracional que tem marcado este evento ao longo de duas décadas.

As inscrições estão abertas até 30 de abril no site do festival (www.avanca.com), abrangendo várias tipologias de filmes, procurando criatividade, intervenção e singularidade no olhar de cada obra.

Os filmes de Portugal e dos países de língua oficial portuguesa tem condições especiais de inscrição. Os filmes portugueses que já não sejam inéditos, poderão ser selecionados para o “Panorama do Cinema Português”.

Os filmes produzidos na e pela região de Avanca (entendida de uma forma aberta o distrito de Aveiro), poderão integrar a Competição Avanca, que anualmente mostra as obras que posteriormente tem sido premiadas em festivais de todo o mundo, marcando a importância da produção cinematográfica da região.

O 21º Festival Internacional de Cinema AVANCA 2017 é uma organização do Cine-Clube de Avanca e Município de Estarreja, com o apoio do ICA / Ministério da Cultura, IPDJ, Região de Turismo do Centro, Junta de Avanca, DeCA / Universidade de Aveiro, Universidade de Coimbra, UTAD, ESAP, ESAD, Academia Portuguesa de Cinema, Agrupamento de Escolas e Paróquia de Avanca, para além de várias entidades locais.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

PRÉMIOS EGAS 2016 VOLTAM A PREMIAR O CINEMA DE AVANCA

Na noite de quarta-feira dia 28 de dezembro, 7 cineastas portugueses e um grupo de jovens vão ser distinguidos com os Prémios EGAS 2016 Cinema.
Numa organização do Cine-Clube de Avanca, cineastas que em 2015 viram os seus filmes premiados e na seleção oficial de vários festivais internacionais de cinema que decorreram por todo o mundo. Eles são agora distinguidos nesta segunda edição.
Sendo um prémio que procura recordar, assinalar e distinguir os que, envolvendo a região, foram capazes de ter um sinal “mais” na produção cinematográfica local, é também uma forma de recordar momentos destes filmes.
Esta segunda edição dos Prémios EGAS 2016 irá decorrer no Auditório da Junta de Freguesia de Avanca, Concelho de Estarreja, pelas 21h30.
Os cineastas distinguidos são alunos da Escola Egas Moniz de Avanca, Joaquim Pavão, Juan Meseguer, Luís Diogo, Maria Raquel Atalaia, Miguel Lima, Patrícia Figueiredo e Vasco Vieira.

De entre todos, um destaque especial para os jovens alunos da Escola Egas Moniz de Avanca. Tendo sido os autores do filme "A cadeira", esta obra realizada em animação de “stop-motion” e sobretudo na biblioteca da sua escola, recebeu um prémio no estrangeiro e outro em Portugal.

Também com cinema de animação, Maria Raquel Atalaia viu a sua curta-metragem de animação "A minha casinha" ser várias vezes exibida em festivais no estrangeiro, tendo sido igualmente premiada.
Em desenho animado, o filme de Patrícia Figueiredo "Foi o Fio", esteve na seleção oficial de 28 festivais no estrangeiro, tendo recebido quatro prémios no estrangeiro e cinco em Portugal.

Luís Diogo, que depois de ter visto a sua longa-metragem "Pecado Fatal" ser vista e distinguida em 2014, voltou a ser premiada em 2015 com 3 prémios no estrangeiro e 3 em Portugal.
Também o compositor e realizador Joaquim Pavão viu o seu filme de estreia na ficção "Miragem", receber um prémio no estrangeiro e dois em Portugal.

No documentário, Juan Meseguer, Miguel Lima e Vasco Vieira serão os distinguidos.
Juan Meseguer com "Povo Inventado. Ecos de Cabo Verde", rodado no Mindelo do arquipélago cabo-verdiano, envolvendo Espanha e naturalmente Avanca, viu ser-lhe atribuído um prémio no estrangeiro e três por cá, durante o ano de 2015.
"Luz clara" é um curto documentário de criação sobre um fotografo de bebés, que permitiu aos seus jovens realizadores Miguel Lima e Vasco Vieira obter também um prémio no estrangeiro e três em Portugal.

Todas estas produções, que envolvem o Cine-Clube de Avanca, têm procurado pontos de convergência entre culturas, geografias e a região. O cinema tem sido por isso o mote para aproximar e concretizar projetos, explorações das artes, confrontar e expandir visões humanistas e criativas.
Sem fronteiras e abrangente, a atividade do CCA tem-se estendido sem limitações geográficas, mas mantém no Concelho de Estarreja o seu espaço concretizador e nuclear.
Entre os que aqui trabalham, participam, projetam, coordenam, produzem, divulgam, constituiu-se um espaço crítico a que os Prémios EGAS 2016 Cinema procuram dar visibilidade aos melhores momentos que 2015 nos deixou.

Os Prémios EGAS tomam como patrono o nome da maior figura de Avanca e Prémio Nobel, Prof. Doutor Egas Moniz, na senda do que foi, como empreendedor, viajante e criador.

Com o apoio do IPDJ, este evento conta igualmente com a participação e apoio de entidades como o Município de Estarreja e a Junta de Avanca, para além de empresas locais.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

MARROCOS HOMENAGEIA OS 40 ANOS DE CARREIRA CINEMATOGRÁFICA DO REALIZADOR PORTUGUÊS LUÍS FILIPE ROCHA

O cineasta Luís Filipe Rocha vai ser homenageado pelo 16º Festival Internacional de Cinema de Martil, na cidade de mesmo nome desta bastante popular estância balnear da costa mediterrânica do norte de Marrocos.

Neste evento que irá decorrer entre 16 e 21 do corrente mês de dezembro, com a presença do cineasta português que ali também deverá apresentar o seu último filme “O Cinzento e Negro”(2015), obra filmada nos Açores.

Luís Filipe Rocha, sendo um dos mais destacados cineastas do cinema português, iniciou a sua relação com o cinema no ano da revolução de 1974 e realizou os seus primeiros filmes em 1976.

Comemorando este ano 40 anos de carreira cinematográfica, os seus primeiros filmes foram “Barronhos Quem teve medo do poder popular?” (1976), um documentário que faz a reconstituição de um crime num bairro de lata, e a longa-metragem de ficção “A Fuga” (1976), baseada numa célebre fuga de presos políticos ocorrida no Forte de Peniche.

Nascido em Lisboa em 1947, licenciado em Direito (1971), é na Universidade de Lisboa que experimenta o teatro, tendo sido ator também no filme “O Recado” (1971) de José Fonseca e Costa.
Tendo passado por  Moçambique e Brasil, onde trabalhou com Izaías Almada, seria em Portugal que veio a construir toda a sua carreira.

Em 1980 realiza “Cerromaior”, a adaptação do romance homónimo de Manuel da Fonseca, onde recria o ambiente repressivo do Estado Novo no imenso espaço do Alentejo.
Interessado pela obra de Jorge de Sena, dedica dois anos (1982-1984) à preparação de “Sinais de Vida”, uma viagem pelos temas da obra do autor, nas áreas da poesia, da ficção e do teatro.
Em 1992, em Macau, roda “Amor e Dedinhos de Pé”. Filme  que em 1900 percorre os fabulosos salões da Cidade Cristã, mas também as sórdidas vielas do Bairro Chinês.
Regressa a Jorge de Sena e em 1995 filma “Sinais de Fogo”, uma adaptação da obra original do escritor.
Em 1996 realizou “Adeus, Pai”, o seu maior êxito de bilheteira.
A relação entre pai e filho adolescente é o tema desta película rodada no arquipélago dos Açores.
“Camarate” (2000), foi seu filme de maior impacto junto do público. Tendo por base o processo jurídico relativo ao acidente de aviação que vitimou o primeiro-ministro Sá Carneiro e o ministro da Defesa Amaro da Costa e seus acompanhantes, aquando da campanha presidencial de 1980.
Em 2003, “A Passagem da Noite”, conquistou o prémio de melhor filme nos festivais de Olímpia (Grécia) e Valência (Espanha).
“A Outra Margem” (2006), conta a história de um transformista e de um adolescente com Síndrome de Down. Ambos os protagonistas do filme foram distinguidos com o Prémio Melhor Ator no Festival de Montreal de 2007.

O festival de Cinema de Martil faz parte da “Plataforma dos 3 Continentes” que tem em Portugal a pareceria do Festival Internacional de Cinema AVANCA. António Costa Valente, diretor deste festival irá estar igualmente em Marrocos como membro do Júri internacional deste evento.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

QUINTAS DE CINEMA ASSINALAM O DIA INTERNACIONAL PELA ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA SOBRE AS MULHERES

No dia 24, véspera do Dia Internacional Pela Eliminação Da Violência Sobre As Mulheres, pelas 21h00, nas “Quintas de Cinema”, no Cine-Teatro de Estarreja será exibida a longa-metragem “Miss Violence” de Alexandros Avranas que em 2013, ganhou o Leão de Prata como Melhor Realizador, no 70º Festival de Cinema de Veneza.

Após o filme o espaço de debate estará aberto. Na conversa também participará a Dra. Patrícia Pinho do Núcleo de Atendimento a Vitimas de Violência doméstica do Distrito de Aveiro – Cáritas Diocesana, uma representante do Movimento Democrático das Mulheres de Aveiro e do NIAVE da GNR de Aveiro. Testemunhos importantes para uma conversa que promete nos colocar perante "evidências invisíveis" de um problema grave.

“Miss Violence” é uma poderosa denúncia à violência doméstica e ao abuso infantil. No dia do seu 11º aniversário Angeliki salta para a morte atirando- se do terraço. Enquanto a polícia e os Serviços Sociais tentam perceber a razão deste aparente suicídio, a família de Angeliki continua a insistir de que se tratou de um acidente. Qual foi o segredo que a jovem Angeliki levou com ela? Porque a sua família persiste em tentar “esquecer” a sua morte e prosseguir com a sua vida? Estas são as respostas que os funcionários dos Serviços Sociais procuram quando visitam a casa impecavelmente limpa e ordenada da família. O pai certifica-se que não falte nada e que tudo está onde pertence.

Como habitual nestas sessões também será exibida uma curta-metragem. O filme “Deus Providenciará” de Luís Porto foi a escolha. O filme vencedor do Prémio Estreia Mundial de Curta-Metragem no festival de Avanca na edição de 2015 fala de uma mulher de fortes convicções morais e religiosas que depois de sofrer uma violação se vê num dilema. Um filme forte que não deixará ninguém indiferente. Nesta sessão especial contamos com a presença do realizador Luís Porto e da produtora Laura Milheiro que irão participar na conversa que se seguirá o filme.

Esta sessão é a segunda de uma série de conversas que vão decorrer na programação de cinema realizada pelo Cine- Clube de Avanca nas Quintas de Cinema.
As “Quintas de Cinema” são uma organização do Cine-Clube de Avanca com o apoio do ICA/Ministério da Cultura, Cine-Teatro e Município de Estarreja.


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

34 ANOS DE CINE-CLUBE DE AVANCA

Secretário de Estado da Juventude e do Desporto visita sede em construção.

Na próxima semana Avanca festeja o 34º aniversário do Cine-Clube de Avanca. Os festejos começam dia 14 de novembro da Junta de Freguesia de Avanca com uma sessão especial.
Esta segunda-feira pelas 21h será exibido o filme VIRGEM PROMETIDA, a primeira obra da realizadora italiana, Laura Bispuri. Um filme que aborda a identidade de género e a tradição albanesa de que uma rapariga pode recusar-se a um casamento “arranjado” renunciando à sua feminilidade e fazendo uma jura de virgindade para o resto da sua vida.
O filme fala sobre Hana que para ser livre, viverá como um homem e passará a chamar-se Mark. O filme será o mote para a conversa em torno da temática das mulheres que se seguirá à exibição do filme.
Joana Sousa, diretora do “Jornal de Estarreja” e Carla Correia da “Rádio Voz da Ria”, serão as convidadas especiais que participarão na conversa, partilhando com o público a sua opinião sobre o filme e sobre o tema.

No dia 18 de novembro, data em que se celebra 34º aniversário da escritura pública do CCA, o dia será marcado pela visita pelas 16h45 do Senhor Secretário de Estado da Juventude e do Desporto Dr. João Paulo Rebelo no âmbito dos Roteiros Associativismo - Aveiro à futura Sede do Cine- Clube de Avanca. Um momento em que mais uma vez se pedirá apoio para obra e se exibirá alguns dos projetos que o CCA realizou ao longo dos seus 34 anos de existência.

Entretanto e durante toda a semana o Cine-Clube de Avanca promove diversas sessões de cinema em parceria com diversas entidades, com alguns dos filmes produzidos nos últimos anos.  As sessões irão acontecer em diversos espaços dos distritos de Viseu, Vila Real e Viana do Castelo, para além dos Açores.

Esta iniciativa é organizada pelo Cine-Clube de Avanca, com o apoio do Município de Estarreja, IPDJ, e Junta de Avanca.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

FILME “FOI O FIO” PREMIADO NO PERU

O filme “Foi o Fio”, coproduzido pelo Cine-Clube de Avanca e pela Filmógrafo e realizado por Patrícia Figueiredo, acaba de ser premiado pelo Festival AJAYU no Peru.

“Foi o fio” é um filme de animação que envolve 3 mulheres: uma mulher novelo, uma velha mulher que passa os dias a olhar pela janela e uma vendedora de roupa caída dos estendais. Todas estão unidas por um fio. As três conduzem as ações de outras personagens e o inevitável destino de uma mulher com o marido às costas.

Este filme foi já alvo de outras 10 distinções, tendo estreado no Festival AVANCA 2014 onde recebeu uma Menção Especial de Animação, tendo posteriormente sido distinguido no CINANIMA, no CORTEX 2015, no XIV SÉVIDEO, no Monstronale (Alemanha), no PORTO7, no 24.DIVERSINE (Uruguai), no "Tindirindis" (Lituânia), no festival de Odemira e nomeado nos Prémios SOPHIA 2015.
Entretanto este filme participou na seleção oficial de festivais na Alemanha, Áustria, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, Croácia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Índia, Itália, Lituânia, Marrocos, Rússia, S. Tomé e Príncipe, Suécia, Turquia e Uruguai.

“AJAYU – Festival Internacional de Cortometrajes Animados” decorreu entre 2 e 5 de novembro na cidade de Puno, uma cidade do sul do Peru e capital da província do mesmo nome. Neste evento foram igualmente distinguidas obras da Alemanha, Argentina, Espanha, França, Suíça, para além da produção nacional.

“Foi o fio” é a obra de estreia de Patrícia Figueiredo. Nascida em 1985, licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo concluído o curso em Cracóvia (Polónia), onde frequentou o atelier de Cinema de Animação na AkademiaSztukPięknych w Krakowie. Finaliza o Mestrado em Ilustração e Animação no IPCA e o seu trabalho divide-se entre a animação e a ilustração e entre Portugal e a Bélgica.

Com música do compositor Joaquim Pavão e produção de António Costa Valente, a realizadora teve a companhia na animação da Raquel Felgueiras, Íria Cabaleiro, Rodrigo Barata e da equipa constituída por António Osório, António Fonseca, Bruno Correia, Carla Tavares, Daniela Couto, João Ferreira, Maria Rebelo, Ricardo Silva, Sérgio Reis e Vânia Clara. Na produção, Eunice Castro e Rita Capucho assistiram Júlia Rocha e Álvaro Marques. Finalmente, Patrícia Figueiredo e Raquel Felgueiras montaram o filme.

“Foi o Fio” foi realizado no estúdio de cinema de animação do Cine-Clube de Avanca, com produção Filmógrafo, participação do MIA do IPCA-Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e apoio financeiro do ICA da Secretaria de Estado da Cultura, com cofinanciamento da RTP, Radiotelevisão Portuguesa.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

“RASGAR O PASSADO” ESTREOU NOS CINEMAS EM PORTUGAL

Noite de Festa no Cinema Dolce Vita de Ovar
Na passada sexta-feira dia 28 de Outubro, o Cinema Dolce Vita de Ovar celebrou o cinema português e a estreia do filme "Rasgar o Passado" com casa cheia.
Este dia de portas abertas celebrou o cinema na cidade de Ovar, num momento festivo que reuniu público com os autores do filme.

Protagonizado por atores como Ana Moreira, Diogo Morgado, João Melo, José Pinto, Margarida Carvalho, Rui Oliveira, Teresa Chaves e Valdemar Santos, este filme nasce da palavra “passado”.
Há sempre um passado em cada novo ato de vida. Valerá a pena mantê-lo assim tão presente? Valerá a pena procurar Igor Chamada e o seu “Projeto da felicidade? Valerá a pena procurar a tal gruta de que reza a lenda que cada mulher infértil que lá entra, de lá sai grávida? Terá sentido suspeitar que aquele vagabundo pode ser o pai que ela nunca conheceu? Sobretudo se reza a História, que tudo começou com uma Grande Explosão. A questão é... porquê?

“Rasgar o Passado” reúne cinco curtas-metragens portuguesas premiadas, sendo composto pelos filmes, “Razão para Zebras” de João Costa, “A Parideira” de José Miguel Moreira, “Noite Gélida em Castelo Branco” e “Noite Fria em Castelo Branco” de Luís Diogo e para finalizar “15 Biliões de fatias de (-) +Deus” de Cláudio Jordão.
Nesta sessão especial esteve presente o realizador vareiro José Miguel Moreira, que assim pode estrear o seu filme também na sua terra natal. Esteve também presente o produtor do filme Vasco Josué. Também nesta conversa informal, que se revelou um momento de excelente partilha, esteve presente Luís Diogo realizador da longa-metragem “Pecado Fatal”, o filme que marcou a reinauguração desta sala de cinema, a única em Ovar, a 24 de Abril de 2014.

Este filme está em estreia em Ovar e Castelo Branco, seguindo-se exibições por todo o país, tanto no continente como nos Açores. A distribuição deste filme contou com o apoio do ICA / Ministério da Cultura.

O Cinema Dolce Vita de Ovar tem sessões diárias de cinema, numa parceria da Filmógrafo e do Dolce Vita de Ovar. O horário conta com sessões às 16h de segunda a quarta-feira, quinta com sessão às 18h30 e às 21h30 e sexta, fins-de-semana e feriados com sessões às 16h, 18h30 e 21h30.