A cerimónia de entrega dos “Prémios EGAS 2017 2018” irá decorrer nesta quinta-feira dia 18 de abril no Cinema Dolce Vita em Ovar, pelas 21h30, distinguindo 23 cineastas.
Tony Costa, cineasta e diretor de fotografia será o homenageado da noite, assinalando-se uma carreira única no cinema português, onde o seu espírito associativo tem permitido singularidades únicas no nosso cinema.
Numa organização do Cine-Clube de Avanca, cineastas que, envolvendo a região, nos anos anteriores viram os seus filmes premiados em festivais de cinema que decorreram por todo o mundo, serão os distinguidos da noite.
Os cineastas que irão receber o Prémio EGAS são: Aminata Embalo, Ana Luísa Vale, David Rebordão, Édi Kettemann, Eduardo Maia, Ellie Nurmukhametova, Filipe Martins, Gilberto Nunes, Gladys Mariotto, Hamilton Trindade, Joaquim Pavão, Luís Margalhau, Mariana Pelpretti, Mariana Vilhena, Miguel Marques, Paulo Martinho, Patrícia Figueiredo, Pedro Farate, Pedro Gomes, Raquel Atalaia, Raquel Felgueiras, Sofia Barata e Tiago Daniel Sá.
Na vasta produção que foi exibida e premiada em festivais, o género documental foi o que nestes anos mais esteve em evidência. Assim, serão distinguidas as documentaristas Aminata Embalo com “África Abençoada”, Sofia Barata com “Deriva Litoral – o impacto da erosão costeira em Portugal” e Gladys Mariotto com “A Felicidade Mora Aqui”. Serão igualmente distinguidos os realizadores Hamilton Trindade com “Sonho Longínquo no Equador”, Luís Margalhau com “Afinando Pessoas, Pássaros e Flores” e Miguel Marques com “Canil”.
No cinema de animação, serão laureadas as cineastas Maria Raquel Atalaia com “A minha casinha", Raquel Felgueiras com “Galope” e Patrícia Figueiredo com "Foi o Fio". Também em animação, serão reconhecidos os jovens realizadores Eduardo Maia, Mariana Vilhena, Pedro Gomes, Tiago Daniel Sá, com “Intervalo”. Este filme foi produzido na Escola Egas Moniz numa parceria que envolveu o Agrupamento de Escolas de Estarreja.
Na ficção de curta metragem será premiada a cineasta Ana Luísa Vale com “Retrato, sombra, grito” e os realizadores David Rebordão autor de “Killies” e “Your Turn” e Joaquim Pavão com
“Miragem”.
Por último, serão ainda distinguidos os autores de 3 filmes que tiveram a particularidade de terem sido produzidos no âmbito do Festival de Cinema AVANCA, tendo posteriormente sido selecionados e premiados noutros festivais.
Assim, serão agraciados os cineastas Filipe Martins com “Landing”, Pedro Farate com “Nocturna” e o conjunto de cineastas de várias nacionalidades Édi Kettemann, Gilberto Nunes, Paulo Martinho, Mariana Pelpretti e Ellie Nurmukhametova, autores do filme “Rhea”.
Todas estas produções, que envolvem o Cine-Clube de Avanca, têm procurado pontos de convergência entre culturas, geografias e a região.
Os Prémios EGAS tomam como patrono o nome da maior figura de Avanca e Prémio Nobel, Prof. Doutor Egas Moniz, na senda do que foi, como empreendedor, viajante e criador. Com o apoio do IPDJ, este evento conta igualmente com a participação e apoio de entidades como o Município de Estarreja e a Junta de Avanca, para além do Dolce Vita de Ovar.
quarta-feira, 17 de abril de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
EM AVANCA, PORTAS ABERTAS NO DIA DO CINECLUBE
Comemorando o Dia do Cineclube, um acontecimento organizado pela FPCC – Federação Portuguesa de Cineclubes, o Cine Clube de Avanca abre as portas da sua sua nova sede em construção.
Será na segunda feira dia 15, pelas 17h que as portas serão abertas e todos podem acompanhar as obras que estão em desenvolvimento neste novo espaço cultural do centro da freguesia de Avanca.
Esta comemoração, para além da oportunidade de conhecer o espaço em obra, irá permitir visionar o documentário “Magister” de Gustavo dos Santos. O realizador estará presente e fará a apresentação do filme.
Neste documentário, acompanha-se o trabalho do encenador Júlio Cardoso do Teatro Seiva Trupe do Porto, que prepara uma nova peça. “Magister” é assim uma viagem de acesso restrito, de um ponto de vista muito intimista. Um filme sobre o palco que irá ser exibido num futuro ecrã de cinema.
Tendo retomado recentemente as obras, o edifício tem estado a ser intervencionado no seu interior, nomeadamente no espaço que no futuro será a sala de cinema de Avanca.
As obras que têm estado a decorrer são resultado do apoio atribuído pelo Município de Estarreja, a que se junta o continuado apoio do IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude.
Sendo o Dia do Cineclube comemorado a 14 de abril, dia da primeira sessão conhecida de um cineclube, ao longo do território nacional a sua comemoração decorre nos diversos cineclubes do continente e ilhas em dias diversos entre 12 e 18, com exibições de filmes, debates e ações tão diversas como o Portas Abertas que irá acontecer em Avanca.
A entrada nesta comemoração e exibição filmica é naturalmente livre, dando assim ênfase aos títulos deste evento.
Será na segunda feira dia 15, pelas 17h que as portas serão abertas e todos podem acompanhar as obras que estão em desenvolvimento neste novo espaço cultural do centro da freguesia de Avanca.
Esta comemoração, para além da oportunidade de conhecer o espaço em obra, irá permitir visionar o documentário “Magister” de Gustavo dos Santos. O realizador estará presente e fará a apresentação do filme.
Neste documentário, acompanha-se o trabalho do encenador Júlio Cardoso do Teatro Seiva Trupe do Porto, que prepara uma nova peça. “Magister” é assim uma viagem de acesso restrito, de um ponto de vista muito intimista. Um filme sobre o palco que irá ser exibido num futuro ecrã de cinema.
Tendo retomado recentemente as obras, o edifício tem estado a ser intervencionado no seu interior, nomeadamente no espaço que no futuro será a sala de cinema de Avanca.
As obras que têm estado a decorrer são resultado do apoio atribuído pelo Município de Estarreja, a que se junta o continuado apoio do IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude.
Sendo o Dia do Cineclube comemorado a 14 de abril, dia da primeira sessão conhecida de um cineclube, ao longo do território nacional a sua comemoração decorre nos diversos cineclubes do continente e ilhas em dias diversos entre 12 e 18, com exibições de filmes, debates e ações tão diversas como o Portas Abertas que irá acontecer em Avanca.
A entrada nesta comemoração e exibição filmica é naturalmente livre, dando assim ênfase aos títulos deste evento.
terça-feira, 9 de abril de 2019
PRÉMIOS EGAS DE CINEMA HOMENAGEIAM TONY COSTA
Os Prémios EGAS 2017 2018, que este
ano vão acontecer na noite do dia 18 no Cinema Dolce Vita em Ovar,
para além de distinguir cineastas da região, vão homenagear a
carreira cinematográfica do Diretor de Fotografia Tony Costa.
Com um extenso percurso ligado à
imagem do cinema, Tony Costa é o grande responsável pelo movimento
de aproximação dos técnicos e dos artistas que fazem grande parte
do cinema português.
Tendo sido fundador em 1998 da
Associação de Imagem Portuguesa, AIP, de que foi Presidente e
Vice-Presidente, a sua atividade permitiu a certificação dos
diretores de fotografia portugueses com a sigla “aip” e o
reconhecimento internacional desta associação profissional.
Tendo sido Vice-Presidente da IMAGO –
Federação Europeia dos Diretores de Fotografia, é hoje o seu
responsável pelo espaço web.
A sua preocupação pelo setor,
expressa-se também no diretório de produção “Portugal
CineGuia”, que Tony Costa edita à mais de 20 anos.
Membro fundador do CPAV (Centro
Profissional para o Audiovisual), é também um dos fundadores em
2010 da Academia Portuguesa de Cinema, que todos os anos atribui os
Prémios SOPHIA ao cinema português.
Nascido em Hamilton no Canadá em 1962,
Tony Costa é filho de pais emigrantes, tendo estudado em Faro e no
Canadá, onde frequentou diversos cursos ligados ao cinema.
Iniciou a sua carreira profissional na
década de 80, na cidade canadiana de Toronto, tendo sido assistente
de imagem e também técnico de laboratório na Medallion Film Labs.
Regressou a Portugal já nos anos 90
onde progrediu na carreira até se iniciar na direção de fotografia
em 2001.
Como diretor de fotografia dirigiu
dezenas de obras, nomeadamente longas metragens de Anna de Palma,
Joaquim Leitão, Jorge António e Hugo Diogo. Tendo recebido diversos
prémios, destaca-se o Golden Eye em Tiblisi-Georgia com o filme
«Lápis Azul».
Em paralelo com a direção de
fotografia desenvolveu a sua vertente académica integrando a
Universidade Lusófona como professor convidado em 2004 e onde é
diretor do departamento de imagem.
Formador no Instituto Restart e na
Escola World Academy, foi igualmente docente na Escola HHF de Munich,
ESTC Escola Superior de Teatro e Cinema e na extinta Universidade
Moderna.
Os Prémios EGAS homenageiam assim a
sua capacidade associativa, criativa e formativa, do maior relevo no
país.
Organizados pelo Cine Clube de Avanca,
estes prémios assinalam e reconhecem os cineastas da região que
viram os seus filmes exibidos e distinguidos ao longo dos anos de
2016 e 2017, em diversos festivais do país e do estrangeiro. Obras
de longa e curta metragem, entre a ficção, o documentário, a
animação e as produções experimentais, estes filmes tiveram
maioritariamente a sua estreia no Festival de Cinema Avanca.
O evento conta com o apoio do IPDJ –
Instituto Português do Desporto e da Juventude, Centro Dolce Vita de
Ovar, Município de Estarreja e Junta de Freguesia de Avanca.
sábado, 30 de março de 2019
JOAQUIM PAVÃO FILMA “SCULP”
Depois de "Antes que a noite venha
- Falas de Antígona", que Joaquim Pavão filmou no AVANCA 2016,
é tempo de novo projeto que desta vez se materializará na primeira
longa metragem do realizador.
Num trabalho conjunto com a atriz e
autora Isabel Fernandes Pinto, com um desenvolvimento gráfico do
Arquiteto Gil Moreira, Joaquim Pavão ultima as filmagens de “SCULP”
("Escultura").
Rodado em Santo Tirso, envolvendo a
coleção de esculturas espalhadas pela cidade e que constituem o
Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC), este projeto
está a ser filmado maioritariamente na Fábrica de Santo Thyrso e no
Parque Urbano Sara Moreira.
Numa procura de intervenção e debate
entre a arte, o urbanismo e a cidadania, o filme constrói-se entre
esculturas que integram a coleção do museu e os corpos que o filme
junta e faz intervir.
O novo filme de Joaquim Pavão "terá
sete quadros que representam os sonhos, liberdades e pensamentos de
uma personagem que habita um mundo onde todas as escolhas são
facilitadas por algoritmos".
Sendo ele um exímio guitarrista e
compositor da música de vários filmes do cinema português, nesta
obra, Joaquim Pavão dá lugar ao compositor Óscar Flecha que é o
autor da banda sonora do filme.
O realizador sublinha que "O filme
começa na música. É a base. É ela que cria os espaços, o
tamanho, a atmosfera", acrescentando que "todo o filme está
sob o mundo sonoro de Óscar Flecha".
Com direção de fotografia de José
Oliveira, direção de arte de Tucha Martins, o filme conta com
atores e técnicos maioritariamente do norte.
Produzido pela Fugir do Medo,
Filmógrafo e Cine Clube de Avanca, este filme, com fortes exigências
ao nível dos chamados efeitos especiais, deverá estrear em 2020
seguindo o circuito internacional de festivais e estreando em
diversas salas de cinema.
Joaquim Pavão, com a sua anterior
curta-metragem "Antes que a noite venha - Falas de Antígona",
foi distinguido com diversos prémios, nomeadamente no Red Carpet
Film Awards (2 prémios), EUA), Falcon International Film Festival
(Reino Unido), 3rd Edition of the European Cinematography AWARDS
(Polónia), Prémio Direção fotografia Curta-metragem nos Prémios
AIPCinema 2018, nomeado Melhor Curta Metragem de Ficção nos Prémios
SOPHIA 2018, para além do Prémio Estreia Mundial no Festival AVANCA
2017.
Local de rodagem do novo filme, o Museu
Internacional de Escultura Contemporânea é composto por 55
esculturas dispersas por seis polos da cidade, que segundo o mesmo,
partiu de uma ideia do escultor Alberto Carneiro (1937-2017), que em
1990 desafiou o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto,
a "ter um caso único em Portugal, com [obras dos] escultores
mais importantes dos seus países e que integram a vanguarda da
escultura contemporânea".
Em 21 de maio de 2016, o Museu
Inaugurou o seu espaço, um projeto que juntou os dois arquitetos
portugueses Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, ambos
galardoados com o Prémio Pritzker. A construção da sede do Museu
envolveu igualmente a requalificação do Museu Municipal Abade
Pedrosa, que tem sede numa das alas do Mosteiro de São Bento.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
“MOONSHINERS” EM CONCERTO NO CINEMA DOLCE VITA EM OVAR Concerto conta com Susie Filipe, protagonista do filme “Uma Vida Sublime”
Assinalando os 34 prémios que o filme UMA VIDA SUBLIME recebeu em festivais internacionais de cinema durante o ano de 2018, o Cinema Dolce Vita de Ovar promove no seu espaço um concerto com a banda revelação do ano, os “Moonshiners”.
O concerto será já este sábado dia 16 de fevereiro e inicia-se ás 22h. Os bilhetes estão já à venda na bilheteira do Cinema Dolce Vita do Centro Comercial de mesmo nome em Ovar.
Susie Filipe, baterista e fundadora da banda, é também a protagonista do filme UMA VIDA SUBLIME que no decorrer de 2018 se veio a transformar no filme português mais premiado de sempre. Este filme teve estreia recente, tendo sido exibido, entre outras salas, no Cinema Dolce Vita.
Os “Moonshiners”, apresentaram recentemente o seu primeiro álbum “Prohibition Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.
Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro passado em Cáceres, Espanha.
Com dois EP lançados anteriormente, do segundo “Good News For Girls Who Have No Sex Appeal”, o single “Man On Wire” faz parte da banda sonora do filme dirigido por Luís Diogo e coproduzido pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo.
Os “Moonshiners”, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmônica) e Vítor Hugo (voz e guitarra), para além de Susie Filipe (bateria), surgiram em Aveiro, no início de 2012 e a sua música destaca-se pelas harmónicas estridentes e riffs explosivos.
Em Outubro de 2013, após uma longa digressão de norte a sul de Portugal, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP homónimo, composto por seis canções originais sobre whisky e cerveja, conversas entre Deus e o Diabo e réquiens de amor falhado.
Em 2017 actuaram no Eurosonic Noorderslag (Holanda), o maior festival profissional de música europeia, no Veszprémi Utcazene Fesztivál (Hungria) e fizeram uma tournée pelo norte de Espanha.
Já em 2018 tocaram no Festival Live At Heart na Suécia e os concertos sucederam-se por todo o país, para além de cidades como Cáceres e Barcelona na vizinha Espanha.
Entre frases que fazem história no percurso desta banda, fica: “No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada”.
Susie Filipe, que interpreta Andreia, a esposa da personagem central do filme, tem um percurso de atriz no teatro, que agora chega ao cinema. À sua surpreendente interpretação, que o realizador tem destacado nas suas intervenções aquando da exibição do filme, acresce esta singularidade de protagonizar o filme mais premiado de sempre do cinema português.
O concerto será já este sábado dia 16 de fevereiro e inicia-se ás 22h. Os bilhetes estão já à venda na bilheteira do Cinema Dolce Vita do Centro Comercial de mesmo nome em Ovar.
Susie Filipe, baterista e fundadora da banda, é também a protagonista do filme UMA VIDA SUBLIME que no decorrer de 2018 se veio a transformar no filme português mais premiado de sempre. Este filme teve estreia recente, tendo sido exibido, entre outras salas, no Cinema Dolce Vita.
Os “Moonshiners”, apresentaram recentemente o seu primeiro álbum “Prohibition Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.
Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro passado em Cáceres, Espanha.
Com dois EP lançados anteriormente, do segundo “Good News For Girls Who Have No Sex Appeal”, o single “Man On Wire” faz parte da banda sonora do filme dirigido por Luís Diogo e coproduzido pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo.
Os “Moonshiners”, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmônica) e Vítor Hugo (voz e guitarra), para além de Susie Filipe (bateria), surgiram em Aveiro, no início de 2012 e a sua música destaca-se pelas harmónicas estridentes e riffs explosivos.
Em Outubro de 2013, após uma longa digressão de norte a sul de Portugal, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP homónimo, composto por seis canções originais sobre whisky e cerveja, conversas entre Deus e o Diabo e réquiens de amor falhado.
Em 2017 actuaram no Eurosonic Noorderslag (Holanda), o maior festival profissional de música europeia, no Veszprémi Utcazene Fesztivál (Hungria) e fizeram uma tournée pelo norte de Espanha.
Já em 2018 tocaram no Festival Live At Heart na Suécia e os concertos sucederam-se por todo o país, para além de cidades como Cáceres e Barcelona na vizinha Espanha.
Entre frases que fazem história no percurso desta banda, fica: “No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada”.
Susie Filipe, que interpreta Andreia, a esposa da personagem central do filme, tem um percurso de atriz no teatro, que agora chega ao cinema. À sua surpreendente interpretação, que o realizador tem destacado nas suas intervenções aquando da exibição do filme, acresce esta singularidade de protagonizar o filme mais premiado de sempre do cinema português.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
O FILME MAIS PREMIADO DO CINEMA PORTUGUÊS ESTREIA NOS CINEMAS ESTA QUINTA FEIRA
O filme UMA VIDA SUBLIME, que Luís
Diogo realizou e produziu conjuntamente com a Filmógrafo e o Cine
Clube de Avanca, chega esta quinta feira ás salas de cinema.
Com estreia em cinemas de Lisboa
(Cinema City), Porto (Parque Nascente), Paços de Ferreira (Plaza),
Penafiel (Cinemax), Castelo Branco (Cinebox) e Ovar (Dolce Vita), o
filme terá também sessões especiais no Teatro Aveirense (Aveiro),
Cine Teatro de Estarreja, Espalhafitas (Abrantes) e no Teatro
Ribeiragrandense nos Açores.
UMA VIDA SUBLIME é um inesperado
“thriller” onde um médico, o Dr. Ivan, usa métodos extremos
para conseguir que pessoas infelizes voltem a ter uma vida tão
sublime quanto a sua.
O filme que em março último foi
distinguido no Fantasporto 2018 com o Prémio de Melhor Ator, foi
igualmente exibido no AVANCA em julho passado, tendo uma fulgurante
passagem pelo circuito internacional de festivais de cinema.
De março a dezembro de 2018 o filme
foi selecionado para as competições oficiais de 56 festivais de
países dos cinco continentes, tendo recebido 34 prémios.
Este número impressionante de
distinções, fazem de UMA VIDA SUBLIME, não só o filme português
mais premiado de 2018, mas também o mais premiado de sempre em
festivais no estrangeiro.
Protagonizado pelos atores Eric da
Silva, Susie Filipe, Rui Oliveira e Paulo Calatré, para este filme
chegaram prémios para os atores,
realizador, argumentista, diretor de fotografia e vários prémios
como Melhor Filme de competições na Albânia, Austrália, Espanha,
Equador, EUA, Índia, Itália, Rússia, São Tomé, Tailândia e
Portugal.
Este é o segundo filme de longa
metragem que Luís Diogo realiza, depois de “Pecado Fatal” e três
curtas metragens. Sendo o autor dos argumentos de todos os seus
filmes, é também argumentista de filmes como “A Bomba” de
Leonel Vieira e “Gelo” de Luís e Gonçalo Galvão Teles.
Esta longa metragem de ficção foi em
parte rodada no Festival Internacional de Cinema AVANCA 2016,
integrando o projeto “Creative Film Workshops”.
Para além de Avanca, o filme foi
igualmente rodado em Castelo Branco, Paços de Ferreira, Porto e
Santo Tirso.
“Uma Vida Sublime” que já estreou
na Rússia, continua a percorrer festivais de cinema em 2019 e
prepara igualmente estreias noutros países.
sábado, 29 de dezembro de 2018
34º PRÉMIO PARA “UMA VIDA SUBLIME”
Luís Diogo acaba de ganhar o Prémio
Melhor Realizador nos “Diamond Film Awards”,
Com esta distinção, o filme “Uma
Vida Sublime”, atinge o inédito número de 34 prémios,
confirmando ser assim o filme nacional mais premiado de sempre.
Os “Diamond Film Awards”, são uma
organização da “Fondazione Amedeo Pesce”, entidade que promove
o espírito empreendedor em Itália e no mundo, para além de
divulgar a figura e obra de Amedeo Pesce, enquanto empresário e
humanista.
Tendo acontecido em Salerno, Itália,
este prémio é também a 32ª distinção que este filme recebe no
estrangeiro.
Anteriormente recebeu prémios na
Albânia, Austrália, Espanha, Equador, EUA, Índia, Itália, Rússia,
São Tomé e Príncipe e Tailândia, para além de Portugal onde foi
distinguido com mais 2 prémios.
“Uma Vida Sublime”, que entretanto
tem estado nomeado para várias outras distinções, participa assim
na seleção oficial de 56 festivais espalhados por países dos 5
continentes.
De forma inabitual no cinema nacional,
este filme tem arrecadado participações e presenças sem memória
na nossa cinematografia, sobretudo quando toda esta presença
internacional acaba por acontecer no curto período do corrente ano,
após a sua estreia no Fantasporto em março passado.
Sendo uma produção totalmente
independente, que reuniu o realizador, a Filmógrafo e o Cine Clube
de Avanca, contou com a participação dos municípios de Castelo
Branco e Paços de Ferreira, com o contributo do Festival
Internacional de Cinema AVANCA e de alguns patrocinadores privados.
Muito recentemente juntou-se o ICA (Ministério da Cultura), apoiando
a presença deste filme na Rússia, onde estreou no circuito
comercial das salas de cinema deste país e da Bielorrússia.
O início do novo ano traz um novo
desafio.
Estrear nas salas de cinema
portuguesas, para a qual a data de estreia está já prevista para a
quinta feira dia 24 de janeiro.
Algumas destas exibições irão
permitir o encontro do filme com a música, igualmente premiada, da
revelação portuguesa “Moonshiners”.
A protagonista do filme, Susie Filipe
para além de atriz é igualmente a baterista desta surpreendente
banda que este ano apresentou o seu primeiro álbum “Prohibition
Edition” com “canções para homens sensíveis e mulheres de
barba rija”. Influenciados por uma panóplia de sonoridades que vão
desde Bob Dylon a Morphine, o grupo foi nomeado melhor banda
portuguesa pelos Prémios “Pop Eye”, entregues em novembro
passado em Caceres, Espanha.
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