sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

“POSSO OLHAR POR TI”, CHEGA AOS CINEMAS NA AUSTRÁLIA DEPOIS DE NOVO PRÉMIO NA ÍNDIA

 

“Posso olhar por ti” a primeira longa-metragem de Francisco Lobo Faria, produzida na Ilha da Madeira, vai estar em exibição no cinema Palace Central no coração de Sydney, Austrália.

Sendo um dos primeiros filmes portugueses a entrar no circuito comercial dos cinemas australianos,  um feito que se assinala, esta é uma obra cinematográfica destinada a todas as idades, o que também é raro no cinema português.

Premiado recentemente no Titan International Film Festival, o realizador deslocou-se a Sydney para receber o prémio Best Youth Cast (Melhor Elenco Juvenil), em nome dos 7 jovens atores que protagonizam este filme.

Um filme protagonizado pelos jovens adolescentes premiados Martim Lobo, Laura Silva, Francisca Madeira, Tiago Valente, Iago Fernandes, Matilde Gouveia e Eduarda Sousa. No papel dos pais surgem atores bem conhecidos como Carolina Torres, Luís Simões, Bernardo Lobo Faria, Ângelo Rodrigues, Carla Galvão, Sylvie Dias e Mauro Hermínio, caras frequentes da televisão e do cinema nacional.

Já após este prémio, o filme acaba de ser distinguido com o prémio “Best International Feature Film” do Golden Lion International Film Festival (GLIFF) que se realiza na cidade de Kolkata na Índia.

“Posso olhar por ti” teve a sua estreia no Festival AVANCA e tem estado entretanto selecionado para vários festivais, nomeadamente no Luleå International Film Festival na Suécia e, surpreendentemente na cidade de Odessa, no Ukrainian Dream Film Festival onde o cinema parece contornar a guerra.

Neste filme, um grupo de crianças está organizado em prol de um objetivo comum. Mas qual?

Para o alcançar, desenvolvem a sua veia empreendedora, exploram os seus talentos e capacidades, falham, desentendem-se, mas não desistem.

Independentemente da crença, raça, nacionalidade, basta conhecer a história de alguém para que se perceba o quanto somos todos iguais, se quebrem as barreiras da indiferença e tenhamos maior facilidade em nos ligarmos/ajudarmos uns aos outros.

Com imagem de Carlos Melim, som de Daniel Guiomar, produção executiva de Vanessa Fernandes e montagem de Herman Delgado, o filme reúne uma extensa lista de técnicos, atores e figurantes originários da Madeira.

“Posso olhar por ti” estará em exibição a partir do dia 28 de fevereiro e até 6 de maio no mais moderno e tecnologicamente avançado cinema do centro da cidade de Sydney. O Palace Central fica no número 28 da Broadway, Avenida Chippendale. As sessões decorrem todos os dias às 16h15 e 21h15.

Posteriormente o filme será exibido por outros cinemas da Austrália, nomeadamente Perth e Melborne.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

“JÁ NADA SEI” E ANA LOPES PREMIADOS NOS ESTADOS UNIDOS


O filme JÁ NADA SEI de Luís Diogo, acaba de vencer o Prémio Melhor Filme Estrangeiro no ALAMEDA Film Festival, um evento internacional com fortes tradições na cidade californiana de mesmo nome.

O realizador e a atriz Ana Lopes marcaram presença no festival, que decorreu no histórico Alameda Theatre e nas salas do Cineplex. O Cônsul Geral de Portugal em San Francisco, Pedro Pinto, acompanhou a exibição e a apresentação do filme no festival.

Ana Lopes foi recentemente distinguida com o Prémio de Melhor Atriz para Filme de Romance nos prémios americanos Actress Universe 2023, pela sua participação em JÁ NADA SEI.

Esta é a sexta distinção que marca o filme, a que se juntam o principal prémio do 7º LIFFT ÍNDIA, o “Melhor Filme Estrangeiro” no Alexandria Film Festival, na Virgínia, e de “Melhor Filme Estrangeiro” e “Melhor Fotografia” obtidos no 15º Treasure Coast International Film Festival, da Flórida, ambos também nos Estados Unidos

Produzido em conjunto com o Cine Clube de Avanca e Filmógrafo, o filme foi rodado maioritariamente em Oliveira de Azeméis, com o apoio do Município local.

Duarte Miguel, Ana Aleixo Lopes e Susie Filipe interpretam os papéis principais desta produção que chegará aos cinemas portugueses em final de abril, tendo tido uma recente antestreia no Azeméis Film Festival.

JÁ NADA SEI vai ser proximamente exibido, como filme convidado, no 43º FANTASPORTO.

Já Nada Sei conta a história de Ricardo e Ana, escolhidos para um documentário sobre casais. Durante 15 dias a equipa do documentário regista depoimentos do casal, de amigos, familiares e colegas. O problema é que Ricardo se quer separar há já algum tempo, mas não tem coragem de o fazer. Este documentário obriga-o a refletir sobre a relação. Segundo o realizador, “Já Nada Sei é um estudo sobre o processo pelo qual nos deixamos aprisionar nas relações, sem coragem de as terminar mesmo quando sabemos que não têm futuro. E também pelo processo em que nós mesmos aprisionamos, conscientemente ou inconscientemente, alguém que não queremos deixar partir”.

O filme conta ainda com a participação dos atores Eric da Silva, Carolina Pavão, Rui Oliveira, Miguel Meira, Fábio A. Costa, Carlos Moreira, Valdemar Santos e Soraia Sousa. Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

Esta é a terceira longa-metragem de Luís Diogo, depois de “Pecado Fatal” e “Uma Vida Sublime”.

JÁ NADA SEI contou na sua produção com o apoio do Município de Oliveira de Azeméis, de Santo Tirso e do Avanca Film Fund.




sábado, 18 de fevereiro de 2023

“SONHOS” DE JOAQUIM PAVÃO CHEGA AOS CINEMAS NA AUSTRÁLIA


“Sonhos” a primeira longa-metragem de Joaquim Pavão, produzida no âmbito do MIEC -  Museu Internacional de Escultura de Santo Tirso, vai estar em exibição no cinema Palace Central no coração de Sydney, Austrália.

Premiado em Odessa (Ucrânia), Nova Iorque (EUA), Assurdo (Itália), Neuquén (Argentina), “Sonhos” teve a sua estreia no Festival Avanca e passou também por festivais na Bélgica, Birmânia, Japão e México.

“Sonhos” parte de um conjunto de composições musicais do guitarrista Óscar Flecha.

O filme decorre num mundo pós-capitalista em que todas as decisões dos humanos estão determinadas por uma universal “vontade correta”, via pela qual se estabelece a resolução dos conflitos e se atinge um hipotético equilíbrio pacífico. Esse equilíbrio é posto em causa através dos sonhos das personagens que, nesse universo onírico, resgatam o seu livre arbítrio. Será possível conciliar a liberdade individual com a “vontade correta”?

Em algumas personagens, a busca da sua identidade leva-as a colocar em causa todo o sistema social em que vivem. Esses são catalogados pelo sistema como “Instáveis” e serão convidados a sair. Fora de uma sociedade organizada, o indivíduo confronta-se, então, com fortes condicionalismos como a sobrevivência e o livre arbítrio.

Joaquim Pavão deslocou-se recentemente à Austrália, onde, a convite do Titan festival de cinema de Sydney, realizou um concerto no histórico Palace Chauvel, apresentando assim o seu filme “Sonhos”.

Aos seus filmes, de olhar inconfundível, Joaquim Pavão acrescenta uma obra como compositor e destacado guitarrista, tendo nesta qualidade interpretado um reportório de obras clássicas e de sua autoria.

Joaquim Pavão, em coautoria com a atriz Isabel Fernandes Pinto, desenvolveu o projeto cinematográfico com o apoio no desenho de Gil Moreira, nos figurinos de Tucha Martins, na imagem de José Oliveira, no som de Xavier Marques, na produção executiva de Tiago Vouga, na produção de António Costa Valente e na curadoria de Álvaro Moreira.

Entre dezenas de figuras, no filme participaram atores como: Aleksandar Ćurčić, Anders Skriver, Andreia Silva, Ângelo Castanheira, Bernardo Santo Tirso, Bruna Herculano, Carlos Loureiro, Catarina Gomes, Catarina Santos, Eduardo Queirós, Filipe Gaspar, Igor Daniel, Inês Neiva, Isabel Fernandes Pinto, Isilda Mesquita, Joana Ratola Soares, Joel Sines, José Silva, Madalena Aragão, Maria Avelãs, Maria João Mata, Miguel Henriques, Patrícia Lima, Rebeca Cunha, Rui Oliveira, Rui Pena, Sara Gonçalves, Susie Filipe, Teresa Chaves e Victor Valente.

Nascido no MIEC -  Museu Internacional de Escultura, com participação e apoio maioritário do Município de Santo Tirso, o filme foi produzido pela Fugir do Medo, Filmógrafo, Cine Clube de Avanca e com a participação do Festival de Cinema Avanca.

“Sonhos” estará em exibição a partir do dia 28 de fevereiro e até 6 de maio no mais moderno e tecnologicamente avançado cinema do centro da cidade de Sydney. O Palace Central fica no número 28 da Broadway, Avenida Chippendale. As sessões decorrem todos os dias às 16h15 e 21h15.

Posteriormente o filme será exibido por outros cinemas da Austrália.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

FILME MADEIRENSE "POSSO OLHAR POR TI" RECEBE PRÉMIO NA AUSTRÁLIA

O filme "Posso Olhar Por Ti" foi premiado com o "Best Youth Cast" no Titan Film Festival 2022, em Sydney, Austrália.

Produzido na Madeira, este filme foi protagonizado pelos jovens e agora premiados atores Martim Lobo, Laura Silva, Francisca Madeira, Tiago Valente, Iago Fernandes, Matilde Gouveia e Eduarda Sousa.

"Posso Olhar Por Ti" retrata um grupo de crianças organizado em prol de um objetivo comum e para o alcançar, desenvolvem a sua veia empreendedora, exploram os seus talentos e capacidades, falham, desentendem-se, mas não desistem.

Independentemente da crença, raça ou nacionalidade, conhecendo a história de alguém, é possível perceber o quanto somos todos iguais e se quebrem as barreiras da indiferença. No filme, a amizade, a proximidade e as dificuldades dos adolescentes parece motivar a ajuda entre uns e outros.

"Posso Olhar Por Ti" é uma produção madeirense que conta com uma atuação marcante da juventude, o que levou a equipe de júri internacional a atribuir-lhe o prémio de "Best Youth Cast".

A cerimónia de entrega de prémios vai acontecer no sábado, 21 de janeiro, no Palace Chauvel Cinema, e contará com a presença do realizador e argumentista do filme, Francisco Lobo Faria.

No centro da cidade de Sydney, esta é uma das mais antigas e carismáticas salas de cinema da Austrália.

O realizador Francisco Lobo Faria expressou a sua emoção em poder receber o prémio e agradeceu à equipe do filme pelo seu trabalho dedicado. Francisco também destacou a importância de contar histórias que retratem a realidade dos jovens e ajudam a compreendê-los melhor.

Com imagem de Carlos Melim, som de Daniel Guiomar, produção executiva de Vanessa Fernandes e montagem de Herman Delegado, o filme reúne uma extensa lista de técnicos, atores e figurantes originários da Madeira.

Francisco Lobo Faria com a diretora do festival


quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

FILME “JÁ NADA SEI” ACABA DE RECEBER O PRINCIPAL PRÉMIO DO 7ºLIFFT ÍNDIA

O filme JÁ NADA SEI de Luís Diogo, venceu este domingo, 25 de dezembro, o prémio de MELHOR LONGA-METRAGEM no 7º LIFFT ÍNDIA, FILMOTSAV WORLD CINE FEST. Este é o mais importante prémio deste evento cinematográfico.

Produzido em conjunto com o Cine Clube de Avanca e Filmógrafo, o filme foi rodado maioritariamente em Oliveira de Azeméis.

Este prémio junta-se às distinções de “Melhor Filme Estrangeiro” obtido no Alexandria Film Festival, na Virgínia, e de “Melhor Filme Estrangeiro” e “Melhor Fotografia” obtidos no 15º Treasure Coast International Film Festival, da Flórida, ambos nos Estados Unidos

Esta é a terceira longa-metragem de Luís Diogo, depois de “Pecado Fatal” e “Uma Vida Sublime”.

Natural de Castelo Branco e tendo nascido em Bissau, escreveu vários argumentos de filmes antes de iniciar um percurso na realização cinematográfica que tem sido acompanhado pelo festival de Cinema AVANCA.

Já Nada Sei conta a história de Ricardo e Ana, escolhidos para um documentário sobre casais. Durante 15 dias a equipa do documentário regista depoimentos do casal, de amigos, familiares e colegas. O problema é que Ricardo se quer separar há já algum tempo, mas não tem coragem de o fazer. Este documentário obriga-o a refletir sobre a relação.

Segundo o realizador, “Já Nada Sei é um estudo sobre o processo pelo qual nos deixamos aprisionar nas relações, sem coragem de as terminar mesmo quando sabemos que não têm futuro. E também pelo processo em que nós mesmos aprisionamos, conscientemente ou inconscientemente, alguém que não queremos deixar partir”.

Duarte Miguel e Ana Aleixo Lopes interpretam os papéis principais desta produção que chegará aos cinemas portugueses em 2023, tendo tido uma recente antestreia no Azeméis Film festival.

Pelo filme passam atores como Susie Filipe, Eric da Silva, Carolina Pavão, Rui Oliveira, Miguel Meira, Fábio A. Costa, Carlos Moreira, Valdemar Santos e Soraia Sousa. Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

JÁ NADA SEI contou na sua produção com o apoio do Município de Oliveira de Azeméis, de Santo Tirso e do Avanca Film Fund.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

BRASIL PREMEIA O SOM DO FILME “POR DETRÁS DA MOEDA” QUE ESTREIA NOS CINEMAS NO DIA 8

O filme “Por Detrás da Moeda” de Luís Moya acaba de ser distinguido com o Prémio Melhor Som nos Prémios Tietê que acabam de ser anunciados em São Paulo no Brasil.

Esta distinção foi atribuída a Álvaro Melo, João Correia e Miguel Santos que tiveram o complexo trabalho de trabalhar o som de um filme onde a música é essencial.

Rodado no Porto com alguns dos mais carismáticos músicos de rua da cidade, o filme acompanha, entre outros, Alexandre Amorim, um dos fundadores dos “Pippermint Twist”, grupo que nos anos 80 partilhou o top de vendas com os “Xutos & Pontapés”.

Com o cantor Nuno Norte e o baixista Miguel Cerqueira, fundador dos “Trabalhadores do Comércio”, esta longa metragem é também um tributo à cidade do Porto.

O filme é anunciado como sendo “O primeiro documentário sobre músicos de rua da cidade do Porto e o projeto Pippermint Twist da década de 80! Dias acelerados ao som da música dos artistas de rua. Deixamos cair uma moeda, prosseguimos, mas que histórias se escondem POR DETRÁS DA MOEDA!? Das ruas para os palcos, da ribalta para as ruas. Almas que buscam alimento, corpos que procuram sustento, mas no final apenas a música sobrevive”.

“Por Detrás da Moeda” é a primeira longa metragem de Luís Moya, que tendo estudado na ESAP - Escola Superior Artística do Porto, está a rodar dois novos filmes nas Bahamas e no Peru.

Anteriormente filmou, entre outros, “Mia Mia Sudan Tamam Tamam”, rodado no Sudão e distinguido com o Prémio de Cinema Português no Fantasporto de 2013.

“Por Detrás da Moeda”, tendo sido Prémio do Público do FANTASPORTO 2020, a dias do país encerrar,  chega agora aos cinemas no primeiro ano em que a pandemia abranda.

Exibido pela primeira vez com uma estrondosa salva de palmas no Rivoli, com o público todo de pé, o filme “Por Detrás da Moeda” de Luís Moya, produzido pela Filmógrafo e Cine Clube de Avanca, foi igualmente premiado em festivais nos EUA, Reino Unido, Índia, Itália, México, Botão, para além de Portugal e Brasil.

A estreia do filme vai acontecer na próxima quinta-feira dia 8 de dezembro, em cinemas de Vila Nova de Gaia, Lisboa, Braga, Setúbal, São João da Madeira, Leiria, Penafiel, Castelo Branco, Estarreja e Ovar.

“Por Detrás da Moeda” teve apoio à produção do ICA, Ministério da Cultura.



terça-feira, 1 de novembro de 2022

EUA PREMEIAM “JÁ NADA SEI”, O NOVO FILME DE LUÍS DIOGO













Longa metragem, rodada em Oliveira de Azeméis, abriu recentemente o Festival de Cinema de AZEMÉIS.

O novo filme  JÁ NADA SEI de Luís Diogo, produzido pelo Cine Clube de Avanca e Filmógrafo, venceu os prémios de “Melhor Filme Estrangeiro” e de “Melhor Fotografia” (atribuído a Pedro Farate) no 15º Treasure Coast International Film Festival que decorreu em Port St. Lucie, na Flórida, em outubro.

Protagonizado por Ana Aleixo Lopes, Susie Filipe e Duarte Miguel, JÁ NADA SEI é o novo filme de Luís Diogo que, em antestreia, abriu o Azeméis Film Festival.

Rodado em grande parte na cidade de Oliveira de Azeméis, pelo filme passam imagens de locais icónicos como o Jardim de La Salette ou o Centro Vidreiro, num filme que conta a história de Ricardo e Ana, um casal escolhido entre 277 candidatos para um documentário sobre casais felizes.

Segundo o realizador, “Já Nada Sei é um estudo sobre o processo pelo qual nos deixamos aprisionar nas relações, sem coragem de as terminar mesmo quando sabemos que não têm futuro. E também pelo processo em que nós mesmos aprisionamos, conscientemente ou inconscientemente, alguém que não queremos deixar partir”.

Pelo filme passam atores como Eric da Silva, Carolina Pavão, Rui Oliveira, Miguel Meira, Fábio A. Costa, Carlos Moreira, Valdemar Santos e Soraia Sousa. Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

Ainda segundo o realizador, “Já Nada Sei é também um ensaio sobre as diferenças entre a realidade e a reality TV, em que assistimos como a um documentário, ambiciosamente realista, retratando erroneamente um casal idílico em que na verdade um dos seus membros está insatisfeito”.

Entretanto, durante o mês de novembro, o filme JÁ NADA SEI estará em exibição em 7 festivais internacionais. É um dos 5 nomeados para o Prémio de Melhor Longa Metragem de Ficção entre as 16 longas metragens selecionadas para o 25º ARPA International Film Festival, um dos mais prestigiados festivais de cinema independente de Los Angeles, que decorrerá em novembro.

Está igualmente selecionado para o “East Lansing Film Festival”, o maior e o segundo mais antigo festival de cinema do estado americano de Michigan que celebra a sua 25ª edição entre 3 e 10 de novembro.

Entre 7 a 13 de novembro será o representante de Portugal no 13º Latino & Iberian Film Festival, organizado pela Universidade de Yale, uma das 10 melhores universidades do mundo.

De 8 a 12 terá a sua estreia africana no DjarFogo International Film Festival, que decorrerá na Ilha do Fogo em Cabo Verde.

Entre 10 e 13 irá até Alexandria, a 20 quilómetros de Washington DC, para competir no 16º Alexandria Film Festival, no estado da Virgínia.

De 12 a 20 estará no México, na seleção oficial do 6º Stuff MX Film Festival.

Finalmente, entre 24 e 27 de novembro, será exibido na África do Sul, participando no 4º Ekurhuleni International Film Festival.

JÁ NADA SEI é a terceira longa-metragem de Luís Diogo, tendo a sua produção contado com o apoio do Município de Oliveira de Azeméis, de Santo Tirso e do Avanca Film Fund.